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2 de abril de 2011

Handicap oriental

Pois que não adianta: não consigo comer com pauzinhos!

Não dá!
Explicam-me de-va-ga-ri-nho, ensinam-me truques, mandam-me tutorials...
Não consigo! :(
Se por acaso tiverem visto uma tontinha no Nood  na passada quarta-feira à noite altamente empenhada  (tipo a morder o lábio e a olhar determinada para o prato) em apanhar massinhas com os pauzinhos... bom... era eu...

19 de março de 2011

A todos os que ficam 'azuis' por eu me atrasar ao fim-de-semana...

Not just late...

Obrigada P. (e obrigada ao N.)!
Como é que eu nunca tinha pensado nisto?!

Quero uma t-shirt com isto estampado!

14 de março de 2011

Este fim-de-semana...


... vi pela primeira vez o meu nome indicado como tradutora na ficha técnica de um livro

... pediram-me autógrafos (foram os meus amigos, vá!)

... recebi muitos abraços e fiquei rouca de tanto rir (ou talvez por ter bebido uma garrafa de água gelada à meia-noite)

... disse a uma amiga: Tu podes até ler o Mein Kampf, mas promete-me que não vais mudar!

... reencontrei um rosto muito querido dos tempos da faculdade e fiquei com uma enorme vontade de voltar atrás no tempo

... andei por Lisboa a pé, sob chuviscos e cheia de dores musculares e soube-me bem assim mesmo

... ganhei uma garrafa de vinho num sorteio

... regressei ao teatro e fiquei arrepiada com a representação

... voei pela auto-estrada fora, no fim da noite, para marcar presença na festa de despedida de uma grande grande amiga

... encostei a cabeça na almofada e adormeci a pedir que dias como estes se repitam over and over...

25 de outubro de 2010

Uma semana depois

Regressada de uma semana de férias quase perfeita, eis que finalmente recomeço a pôr ordem nas coisas.
O ritmo desde que regressei tem sido vertiginoso. E ainda bem. Voltei com energias renovadas... e sem quaisquer vestígios de jet lag!

Actualizado o Through my eyes (com as fotos das férias pelo menos), ficam então as minhas impressões pós-férias...



Do México:

Apesar de algumas complicações e inesperados (a incluir a passagem do Furacão Paola, uma avaria no avião de regresso, um assalto ao quarto dos meus amigos e movimentações indevidas na minha conta bancária), o balanço é positivo!
Claro que sim!
Disseram-nos que a praia de Punta Maroma seria uma das mais belas do México e não nos enganaram!
Terei caminhado, mergulhado, conversado e sorrido junto de uma paisagem única, de um mar caribenho tão pleno de beleza que, juro, nos faz rir!

O mar é de sonhos!
Nadam peixes junto às nossas pernas, como se nós também fizessemos parte da fotografia!

A fauna e a flora é imensa e está ali à mão de semear, já que toda a costa da Riviera Maya não era mais do que floresta junto ao mar, antes que os resorts turísticos começassem a florescer, literalmente, no meio desta. Pássaros, peixes, iguanas, caranguejos, eu sei lá! Vi de tudo um pouco.

O património arqueológico é muito abrangente e, claro, numa semana, não há tempo nem dinheiro para explorar tudo. Como toda a gente, seleccionamos uma de muitas ofertas. No nosso caso, Tulum, uma cidade maia não muito grande, não a mais significativa, mas provavelmente uma das mais belas, nascida para adorar o Amanhecer à beira de um penhasco com vista privilegiada para o mar das Caraíbas!

A comida... er... inclui quantidades demasiadas de tomate, pimento e picante para que me possa agradar. Assim mesmo, houve surpresas e adoptei mesmo pequenos vícios para a semana. A notar que aquelas alminhas usam como ingrediente nos pratos cacto! Cacto, senhores?!! Isso lá é de comer?!!

Já quanto à bebida, o discurso é outro! Admito que bebi no México o primeiro shot de tequila que me soube bem em toda a minha vida. De resto, acho que não bebi nada - com ou sem álcool - que não soubesse bem!

As actividades disponíveis são, tal como os locais de interesse arqueológicos, demasiadas para que se possa fazer tudo.
A não deixar passar é, sem dúvida, o snorkeling, que experimentei pela primeira vez e que me conquistou (apesar da minha insegurança).

Decidi também, quase distraidamente, nadar com golfinhos num dos quatro delfinários espalhados pela Riviera Maya e saí de lá fascinada e com um sorriso teimosamente parvo no rosto! A experiência é única! Os bichinhos amorosos!

Para completar o leque, conto com uma noite na afamada Coco Bongo, a discoteca de que aparentemente toda a gente fala (já eu nem sabia da sua existência!!!). Muito mas muito giro. Bom ambiente, divertido, dinâmico e animado e com uma noite inteira de animação com um show longo e abrangente, com luz, música, dança, acrobacia, representação... enfim... Valeu a pena!! 

Para uma próxima (quem sabe...), terá de ficar a passagem por um dos muitos cenotes da região, a ida até à barreira de coral, Chichén Itzá, a ilha Contoy e quem sabe o que mais...


De mim:

Incrível como escapar por uma semana pode exercer tal milagre em termos emocionais!
Regresso a acreditar novamente de que não preciso de psicólogos nem retiros nem o que seja para sair de um estado depressivo.
Tenho força suficiente em mim para tornar a mostrar o melhor de mim.
O sorriso que me elogiam todos os que me amam, que despertou um amor maior do que o mundo, continua cá e é por cá que ele vai continuar.

Os sentimentos voam connosco, estão em nós e acompanham-nos para onde quer que 'fujamos'.
Aquele que disse uma vez que olhos que não vêem, coração que não sente seria mais ingénuo do que ele próprio poderia imaginar.
O coração sente. Sente sempre. Vendo ou não.
Porque o amor, o afecto, a saudade, tudo isso flui em nós, no nosso sangue, na nossa essência.
E é precisamente o fluir de todos esses sentimentos em nós que nos torna criaturas bonitas.

14 de agosto de 2010

Olhitos azuis numa tarde de só e de sol

13 de Agosto de 2010
~~~
Finalmente empenhada em avançar no último trabalho desta interminável pós-graduação, aqui estou eu, na esplanada do Sunrise, entre pensamentos a pairar, palavras a fluir sem compasso no papel e goles de sumo de laranja.
Comigo, papéis (alguns deles a esvoaçar), o PC e o livro escolhido para analisar, promover - whatever - Educar sem Gritar (bem interessante, por sinal).


Inclinada sobre a mesa, o olhar no papel, pelo canto do olho pressinto: primeiro uma sombra junto aos meus pés, depois um pezinho pequenino numa havaiana azul que se aproxima da cadeira.
Levanto o olhar e lá está ele, uns enormes olhos azuis, à altura do braço da cadeira, a observar-me atentos e interessados.
Sorrio.
Recebo um sorriso de volta. (É essa a sua linguagem, ainda.)
Atrás, o pai.
«Diz olá à menina, Tomás! E diz-lhe também que esta pode ser a oportunidade para pôr em prática o que está a estudar.»
Demoro um instante a assimilar a analogia - Educar sem Gritar...

Achei delicioso: acima de tudo, ter sido interpelada por dois amorosos olhos azuis a condizer com o horizonte ao fundo; mas também por ter encontrado o interesse e reconhecimento daquele que se pretende que seja o público-alvo interessado para o livro que, afinal, não passa mesmo incólume, pelo menos para aqueles que aspiram lidar com os seus filhos da melhor forma possível.

8 de julho de 2010

Chegar a casa...

... e sorrir...

(Não fazia sentido duplicar o post para os dois blogs... Mas merece estar em ambos. Fica aqui o link)

9 de junho de 2010

(Auto-)constatação

A desordem quase anárquica que impera no meu iPod não é o resultado de ecletismo (ou esquizofrenia) musical, mas sim da minha incapacidade prática e da falta de paciência para organizar o iTunes como uma pessoa normal…
:$


19 de maio de 2010

A reter do dia de ontem

1. Palavra do dia:


Parece que são rochas formadas por bactérias que serão os mais antigos seres vivos da Terra, a única espécie que não terá evoluído. Consta que sobrevivem em colónias fechadas, cujas camadas exteriores são indiscriminadamente dizimadas pelo meio exterior, sendo que a sua capacidade de regeneração vem de dentro.
Hmmm... sobrevivem porque se fecham em si mesmos, mas estão condenados a não evoluir...

E o potencial em termos de analogias que se pode tirar daqui?!!


2. Da faculdade:

O meu novo professor é uma mistura gira dos dois velhotes dos Marretas!

Só fisicamente, entenda-se!!!
Fofo!
[Tu tu ru tu ru!
Ba ra ba ra!]


3. Da vidinha de todos os dias:

Chorar de cansaço pode ser revigorante....

2 de maio de 2010

Anna e o Reader

É oficial!
Não consigo dar conta do recado e acompanhar todos os blogs que gostaria...

No final da semana, os números costumam ser estes... e já excluem todos os posts que vou abrindo quando caem na caixinha do Reader...

Eu sei que quero sempre mais do que consigo suportar... mas fico triste por não o conseguir...

15 de abril de 2010

Isto...

... é isto que me apetece fazer:

Pena que me falte
o azul do céu,
o campo de flores
e o tempo para o fazer...

Trabalhar muito e dormir pouco e mal são receitas perfeitas para se neurificar...

29 de março de 2010

Just wandering*...

* not wondering...
Chefe para a Anna:
Então?! Estás aí tão caladita e murchita...
Anna:
Oh, estou preocupada...
Tenho teste amanhã... estudei pouco... e a capacidade de concentração e a animação não abundam...
Chefe:
Vai correr bem! És uma craque, acabas por dar sempre a volta por cima e em grande estilo...


Craque, craque... palavra parva!
Anna, googladora compulsiva, sujeita a pobre palavrinha ao fofo motor de pesquisa....

Os resultados:
[1]
1. som imitativo de um desmoronamento Hmm... chefe, era para motivar...
2. série de falências bancárias, insolvência Falências?!! Opah, chefe!!!
(Do al. Krach, «ruído; estalido; crise financeira; bancarrota)

[2]
1. indivíduo ou coisa digna de elogio; ás Gosto desta!!
2. Brasil indivíduo famoso, sobretudo em desporto; ídolo A melhorar...
(Do ing. crack, «jogador notável; cavalo famoso»)

[3]
(narcótico) = crack Hmmm!!! Ok! Pode ser! Só hoje, tá?!
(Do ing. crack, «id.»)




Os níveis de sanidade mental estão num nível muito muito preocupante!!
E acabaram as Lays Gourmet!!!
Como é que eu vou estudar sem Lays Gourmet?!!
Oh desgraça...

4 de março de 2010

Alerta



Tradutora a cair de sono na iminência de enterrar a cabeça no teclado à sua frente...

27 de fevereiro de 2010

Workshop

(ou "let's try something different today!)


Hoje andei por aqui

A aprender técnicas de cartonagem...
E o resultado foi isto:


Foi uma experiência gira!
Foi sobretudo uma forma de perceber que, afinal, somos capazes de algo que à partida parece demasiado complexo.
Valeu a pena conduzir em pleno auge do temporal que caiu sobre a toda a região de Lisboa.
Valeu a pena mais uma discussão acesa com o GPS, terminada por mim, desligando-o furiosamente e pedindo ajuda ao senhor agente da PSP, que simpaticamente me tirou da labiríntica zona histórica de Oeiras e me escoltou até à loja.
Valeu a pena a companhia da A., que me incentivou/convidou a participar!

5 de fevereiro de 2010

Aos olhos dos outros...

Disseram-me ontem à noite (a meio da conversa na nossa escadaria de sempre)...

"Emites calor!"
"És muito felina!"

É bom ficar surpreendido ao ir descobrindo o que os outros vêem quando olham para nós...

25 de janeiro de 2010

Devia estar a estudar...

... mas tenho tanta vontade disso como de comer pimentos (blhergggg)!!

E pronto... em vez de ganhar juízo, ando por aqui a vaguear... E vagueei tanto que encontrei isto:


Original aqui

Ainda gostava de saber como é que um programa de selecção automática de textos foi buscar o meu bloguezito das fotos...

31 de dezembro de 2009


É assim que vou adormecer hoje...
Com um sorriso e muita paz no meu coração...
Feliz...
[Obrigada por todos os mimos e por me me aquecerem a alma...]

30 de dezembro de 2009

Em jeito de balanço...

Há precisamente um ano atrás, celebrava os meus 25 anos cheia de entusiasmo e grandes expectativas quanto aos tempos que se seguiriam...
Foi um ano longo, demasiado longo e pesado emocionalmente.
Começou muito bem... Não decorreu da melhor forma... Terminou numa espécie de apatia...

Nos últimos dias tenho-me debatido com a lembrança dos projectos que, há cerca de 10 anos atrás, aspirava ver concretizados nesta altura da minha vida...
Nada correu como um dia sonhei tão inocentemente...
A minha carreira não passa nem de perto por aquilo que nesses dias imaginava.
A minha vida emocional é um desastre comparada com a pintura cor-de-rosa do futuro que fiz então.

Estou feliz com a minha carreira, sim.
Não é o que tinha projectado, mas acho que estou a ser bem sucedida...

Estou muito, mas muito feliz com os amigos que me rodeiam, que têm sido desde sempre a minha mais-valia, a fonte dos meus sorrisos mais sinceros e sentidos, o meu apoio e o meu porto de abrigo. Só espero um dia conseguir retribuir-lhes de uma forma pelo menos próxima disso.

Com a minha vida emocional, nem tanto...
Aos 26 anos, tenho mais medo do que nunca da solidão...  
Sinto que tenho vindo a falhar na minha forma de lidar com as minhas relações, que tenho feito as escolhas menos acertadas...
E o tempo voa.
Voa demasiado depressa.
E tenho medo de o estar a desperdiçar.
E tenho, sobretudo, medo de ter consciência disso e de não ser capaz de mudar...
Há 10 anos atrás não imaginava que estaria, mais uma vez, absolutamente sozinha a cruzar o limiar da meia-noite.
Há 1 ano atrás também não o imaginava.
E no entanto foi isso mesmo que aconteceu...
E esta palavra - solidão - assusta-me... muito mais do que deveria...

E pronto!
Terminou o desabafo!
A partir de agora,
e nas próximas 24 horas,
vou fazer a mim mesma o favor
de arrumar no armário todos estes fantasmas
e tentar ser, tal como no ano passado,
uma chiquitita muito feliz!

24 de dezembro de 2009

Agora dentro do espírito ;)

Esta época pré-natalícia é sempre de uma correria absolutamente inacreditável!
E só na própria altura de desfrutar a Consoada e depois o dia de Natal é que pousamos as armas e paramos para respirar e pensar...
Tanta correria para quê?
Presentes, doces, planos... e afinal o que importa mesmo
é o carinho dos que amamos,
é um sorriso no rosto,
são os beijos apaixonados e sinceros,
são os mimos dos amigos que trazemos no nosso coração...

Quanto a mim, parei de correr há pouco. Vou parar e aproveitar a minha noite em paz e sossego.

Espero que todos vós que vão passando aqui pelo meu pequeno cantinho tenham um Natal absolutamente delicioso, muito aconchegado e sorridente!


21 de dezembro de 2009

Um Cometa de pura inocência

Este aqui ao lado é o Cometa em pleno festim alimentício!
Chegou ontem a casa e é o presente de Natal de um bebé extraordinário para uma tia muito muito babada!

O Coelhinho andou a manhã inteira a rondar a árvore de Natal cá de casa e os presentes debaixo dela. Só lá coloquei os presentes este fim-de-semana, por isso ainda não os tinha visto! É claro que a surpresa foi enorme e, determinado, não descansou enquanto não descobriu a quem pertencia cada embrulho!

Constatou muito admirado e indignado que a tia Anna não tinha lá nenhum presente ao pé dos dele...

De tarde, passámos por uma loja de animais para comprar comida para os canários do Pai e piriquitos para oferecer à Bisa. Enquanto nos atendiam, eis que o Coelhito pára muito sério a olhar para os peixinhos.
Puxa pelo casaco da Mãe:

Olha peixinhos como o outro da tia! 
Podemos comprar um para dar à tia?
Assim ela já tem um presente!

E pronto, claro que toda a gente ficou encantada com o gesto absolutamente delicioso deste pequenino reguila mas tão doce! E claro que o Cometa veio para casa, depois de uma viagem atribulada dentro do saquito de transporte a balançar nas mãos do Coelhito!

Ah! E enquanto a funcionária lá "pescava" o Cometa do aquário, o Coelhito, sempre defensor da verdade, aproveitou para lhe dizer:

Temos de comprar um novo porque o outro peixinho da tia morreu.
Foi a tia que lhe deu comida demais!

:S Ups...
Era excusado denegrires assim a imagem da tia!!!
Uma no cravo, outra na ferradura, não é, bichinho?!

Este menino consegue ser o meu raio de luz
quando tudo o resto se afigura demasiado escuro...
Obrigado por existires, pequenino!

11 de dezembro de 2009

Ai as manias...

Circula pelas blogosfera o desafio curioso de enumerar 5 manias e reencaminhar o desafio a outros 5 bloggers.

E o Menino do Mar, mortinho por de curiosidade para saber se as minhas manias são (in)conscientes como as minhas palavras, resolveu desafiar-me a divulgá-las!

E eu, claro, não podia deixar de satisfazer a curiosidade de alguém tão querido!
Desde já, confesso que as minhas manias são bem mais conscientes do que as minhas palavras... ;)
Aqui ficam então 5 das minhas inúmeras manias, sem qualquer tipo de hierarquia.



Mania 1:
Mexer no cabelo
Estar sempre a enrolar uma madeixa do lado direito. Faço-o a toda a hora e em qualquer lugar! Tenho plena consciência disto, mas quando faço-o inconscientemente. Sei que chega a ser irritante para quem está a falar comigo, mas não consigo mesmo evitar.



Mania 2:
Livros
Não me consigo controlar. Se entro numa livraria ou em qualquer superfície que tenha livros à venda, para além de me esquecer as horas a circular pelas estantes, a pegar em livros, a ler sinopses... raramente consigo sair sem trazer um livro comigo. Nestes locais, sou como uma criança na Toys'r'Us em época de Natal! Gosto imenso de ler, é certo, portanto não considero que seja esbanjar dinheiro, mas tenho muitos mais livros do que vou conseguindo ler e se, por um lado, me dá prazer ter o livro que quero à mão, por vezes também me sinto frustrada por não os ler ao mesmo ritmo com que os compro.
Escusado será dizer que ando sempre com um livro na mala. Mesmo que saiba que não vou ter tempo sequer para o abrir.


Mania 3:
Caça ao erro
Ossos do ofício ou não (diria que não, porque esta mania já tem muitos anos), ando sempre atenta aos erros e gralhas - nos livros, nas revistas e jornais, nas legendas dos filmes, nos SMS, sei lá... em qualquer lado onde haja texto! Por norma, ando sempre com um lápis na mala para assinalar os erros que vou encontrando nos livros que leio. Já cheguei mesmo a fazer um levantamento de erros de um livro e enviá-lo depois para a respectiva editora.


Mania 4:
Sapatos
É uma mania relativamente recente e que partilho com a maioria das mulheres da minha faixa etária. Adoro sapatos! Sobretudo de saltos altos!




Mania 5:
Café
Não me considero viciada em café, porque não fico "ressacada" se passar um dia sem beber. Seja como for, já tenho este hábito tão intrincado em mim que não consigo evitar. Acho que até já bebo café inconscientemente. Não começo a trabalhar sem antes ter bebido um café. Nos tempos da faculdade, também não começava as aulas sem passar pelo bar e beber um. Não saio de casa ao fim-de-semana sem que a primeira paragem seja uma pastelaria para tomar café. Até na Alemanha insisti teimosamente em procurar um café decente - em vão, porque até nos poucos locais em que de facto havia expresso, o café era horrivelmente mau.


Imagens:
1. A menina a mexer no cabelo, apanhada pela objectiva da A. 
2. Duas prateleiras da minha estante.
3. O meu fustigado exemplar do Amor em Tempos de Cólera, o tal que mereceu envio de lista de gralhas para a editora.
4. Os meus «Happy Shoes»! Tenho por aí um post sobre eles.
5. Errr... bem... esta não faz bem parte da minha colecção... Mas não me importava que, uma vez de vez em quando, o meu café trouxesse um Clooney de brinde... ;)

.........

E pronto, já está!
Deixo o desafio em aberto a quem passar por cá e que ainda não tenha respondido!