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5 de outubro de 2013

A Educação Musical de Anna XXVII

Há uns meses atrás, quando ouvi pela primeira vez o single do novo álbum dos Vampire Weekend, admito que não fiquei particularmente entusiasmada...

Hoje, apanhada totalmente desprevenida, reconheci-os aos primeiros segundos da música e relembrei tudo aquilo que me agrada no som deles. :)

(Obrigada Fifa 2014!)

11 de maio de 2013

A Educação Musical de Anna XXVI




Quase que sinto uma certa irritação por ouvi-la passar tantas vezes na rádio... como se estivessem a  banalizar indevidamente uma pequena preciosidade...

26 de março de 2013

És mesmo tu, Anna?


Essa que está neste momento a ouvir as músicas da banda sonora do FIFA?


É que uma pessoa não joga, não olha para aquilo, nem tão pouco está interessada em fazê-lo!! Mas o raio das músicas ficam-nos no ouvido! 

14 de novembro de 2012

A Educação Musical de Anna XXV


A ti, que me trouxeste até eles!
Parabéns!

[Mumford & Sons ~ Little Lion Man]

3 de abril de 2012

A Educação Musical de Anna XXIV

Podemos passar meses sem ouvir nada que nos cative verdadeiramente... ou podemos de repente cruzar-nos com um sem-número de músicas doces que nos ficam no ouvido... músicas assim:


To be with you... sim, esses são os melhores momentos...

[The Honey Trees ~ To be with you]

17 de novembro de 2011

A educação musical de Anna XXIII


Perdoa-me por tomar uma lembrança tua para mim mas...
afinal, acabou por se tornar também uma lembrança minha
no momento em que, 
de mãos dadas, ainda à mesa, 
mas observando o crepitar da lareira, 
me contaste como ela se tornou uma lembrança tua...

E não sei se é a lembrança da lembrança, 
o aconchego do calor emanado pelo fogo, 
ou a doçura do teu olhar... 
mas a verdade é que não me sai da cabeça...

14 de setembro de 2011

A educação musical de Anna XXII


Há um mês atrás nem sequer conhecia esta música*...  
E entretanto alguém que me disse que me identificaria com ela um dia... 
Não sei por que artes ou mistérios, não sei como alguém haveria de o adivinhar, mas a verdade é que, a cada instante, me revejo mais e mais nela.

Poderá não ter sido escrita para nós, mas, seguramente, fará parte da nossa banda sonora...



* Na qual só mais tarde percebi
a clara alusão ao
que, por motivos que não vêm ao caso,
não me tem saído da cabeça nem de cima da secretária...

A ti, meu amor!

11 de agosto de 2011

A educação musical de Anna XXI

E é assim,
quando uma música que ouvimos em algum lugar* 
se nos cola ao ouvido e já não sai de lá o resto do dia... 



8 de agosto de 2011

Breves pós SW

Décibeis perdidos já em fase de razoável recuperação*!
Suficientes para me fazer entender pela maioria.
A excepção é a avó (surda). Eu bem digo que não tenho voz, mas ela continua a responder:
- Fala mais alto, filha! A avó não te percebe!
Humpfff...




*Sobretudo desde esta manhã,
em que resolvi ler
o folheto dos comprimidos que a minha mãe me arranjou
e percebi que estava a ingerir
o que afinal são drageias para chupar...
Porque é que a minha mãe não explica as coisas decentemente?!!

25 de julho de 2011

4'45''

O volume aumentou e, por momentos, já não havia mais nada. 
Desvaneceram-se as luzes do trânsito e tornaram-se meros espectros de luz em pano de fundo. Desapareceram os relógios. 
Esqueceram-se as amarguras e as preocupações. 
Abafaram-se as vozes da consciência. 
Por minutos fomos apenas e só nós. 
Sem passado nem futuro.
Apenas nós e este intenso grito de sentimento que nos abraçou e não quis largar.
Por minutos apenas.
Minutos que congelaram no tempo. 



21 de Julho de  2011

~~~~


Há músicas que ouvimos vezes sem conta, das quais gostamos quase que inconscientemente, seguindo o vogar da maré, concordando com unanimidade sobre a sua qualidade...

E depois há uma ou outra que, num momento inesperado, assumem toda uma nova força na nossa vida e, de repente, se tornam absolutamente marcantes. Como se, de súbito, se tornassem parte de nós. Como se adquirissem o poder de nos obrigar a parar e suster a respiração. Como se quisessem congelar em si a memória de qualquer coisa extraordinária... 

Toda a gente reconhece a força e a intensidade das músicas da Adele. Eu também.
Esta, no entanto, passou para o grupo restrito daquelas especiais que bem poderiam integrar a minha banda sonora...  


31 de maio de 2011

25 de maio de 2011

The National



Dissociá-los de ti é coisa que nunca serei capaz de fazer.
Acho que nunca saberei ao certo se me apaixonei por eles ao teu lado ou se isso acabou por acontecer depois... mas a verdade é que aconteceu...










Ah, e gostei bastante dos Dark Dark Dark 
(que afinal não são assim tão Dark,
até pelo contrário!)

21 de maio de 2011

A educação musical de Anna XIX



Quando me mostrou isto, a minha (segunda) mentora musical
juntou-lhe um "o que é nacional é bom!"
Nacional ou não, tinhas razão, isto cola-se ao ouvido!
E o vídeo?!!





27 de abril de 2011

E Patrick Watson foi assim

Foi flutuar entre momentos familiares e outros absoluta e felizmente desconhecidos.
Foi empatizar com a deliciosa empatia que emana do grupo e sentir-se simultaneamente acolhido e arrebatado por uma atmosfera tão intimista, mas que por vezes nos fazia enterrar na cadeira com avanços inesperados e intempestivos.
Foi querer levar para casa a ternura e a simpatia de um Patrick Watson que foi menino travesso entre amigos e artista ao mesmo tempo.

Foi irromper triunfantemente por Beijing à velocidade da luz.
Foi ouvir, cantar e voar com um Big bird in a small cage a cantar em modo 'anos 40', à luz ténue e com um microfone para cinco.
Foi partir à descoberta de Anywhere, um lugar ainda desconhecido mas ansioso por ser descoberto.
Foi descobrir Where the wild things are embrenhando-nos por uma teatral atmosfera de fantasia tecida em sons.
Foi reencontrar um quase perdido na memória To build a home e descobrir que hoje, quase dois anos depois de a ter ouvido pela primeira vez, é uma música completamente diferente mesmo não tendo deixado de ser a mesma.
Foi procurar, entrar e deixar-me levar numa Great Escape, ainda que interrompida por um momento tipo "espera, querida, que me esqueci de pôr a máquina a lavar" (mas para desligar nem sei bem o quê), para depois prosseguir num compasso mágico sem mais interrupções nem retrocessos.
Foi fechar a lembrar Lhasa de Sela com um delicado Between the bars e querer recuar no tempo para os poder ouvir em dueto...
E foi querer mais assim...


Beijinchen, S.!
Tal como tu dizes,
temos de fazer isto mais vezes!

26 de abril de 2011

Adenda ao post anterior:

Mas tu estavas parva quando o escreveste ou quê, Anna??!!!

O concerto foi tão bom!
Amanhã conto,
que hoje estou cansadita e já é tão tarde...

25 de abril de 2011

Música e moods

Daqui por umas horas estarei a ouvir este menino ao vivo:



Mas hoje, só hoje*, deu-me uma vontade imensa de rever este:


São as moods e, iguais a elas mesmas, incontroláveis...
Já as oportunidades, essas sim, controlam-se e aproveitam-se o melhor que se pode e sabe!
Fora as injustiças para com o Patrick Watson, que não as merece!


*Ok, não é bem 'só hoje'!

18 de abril de 2011

A educação musical de Anna XVIII

De uma doçura que leva a fechar os olhos e sorrir...
De um projecto multidisciplinar que dá vontade de conhecer...



Todos os domingos à noite 
deviam mostrar-nos coisas assim...

8 de abril de 2011

Em fase de preparação para...



Mais de dois anos depois do último concerto a que assisti, vamos ver o que têm de novo para mostrar...

8 de março de 2011

Quando o elástico perde a flexibilidade

Em hora sã 
hei-de pôr termo ao que só me traz cansaço*

******

Há pouco, depois de ter recusado um convite, quem ouviu a recusa constatou que eu estou mais inflexível e menos disposta a ceder do que antes…

Sou totalmente a favor de que se cometam erros e que se aprenda com os mesmos. Da mesma forma que sou totalmente contra voltar a provar da mesma fruta depois de já ter sentido um dia o amargo de boca e o mal-estar que fica depois. Aprender a lição (da pior forma, por vezes) e voltar a fazer o mesmo é sinal de ingenuidade e, pior do que isso, de estupidez!

Sempre tive uma enorme predisposição para dar segundas oportunidades, voltar a tentar, esquecer e recomeçar, mas essa é uma flexibilidade que aos poucos se vai perdendo. Como a perde a lycra daquele biquíni preferido, ao fim de muitos mergulhos no mar. Como a perde a pele do nosso rosto ao fim de uns quantos anos. E assim também a flexibilidade para se ceder se vai perdendo com o uso e com a idade.

E pois que neste momento me recuso a ceder e colocar-me em situações que, no fim do dia, levam outros de volta a casa tranquilos e sorridentes ao passo que a mim me empurram de regresso à minha, ainda mais triste e desiludida do que saí.

Fará isso de mim uma solitária? Possivelmente. Mas não serei uma solitária estúpida que se deixa importunar por quem já não o merece. Solitária sim, mas não uma solitária desprezada ou abandonada.



*[Márcia ~ Cabra Cega]


Se não baixo as armas nunca? Nunca não! Mas cada vez menos. De cada vez que as baixo, alguém passa por elas e chuta-as para longe. E depois a caminhada para as recuperar é demasiado longa e dura… E sou eu que tenho de a percorrer… 

4 de março de 2011

It takes an ocean
not to break...