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1 de agosto de 2011


E é com estas cores que terminam duas semanas de férias... 
...o que não pode ser mau de todo, diria...

6 de junho de 2011

Sempre que...


... aterro na Portela, de regresso a casa, sinto-me um bocadinho maior e mais rica por dentro...

Ir, fugir, conhecer, crescer...

Barcelona não é cidade para conhecer só porque é moda. Barcelona é muito mais do que isso!
E eu percebi porquê!

25 de outubro de 2010

Uma semana depois

Regressada de uma semana de férias quase perfeita, eis que finalmente recomeço a pôr ordem nas coisas.
O ritmo desde que regressei tem sido vertiginoso. E ainda bem. Voltei com energias renovadas... e sem quaisquer vestígios de jet lag!

Actualizado o Through my eyes (com as fotos das férias pelo menos), ficam então as minhas impressões pós-férias...



Do México:

Apesar de algumas complicações e inesperados (a incluir a passagem do Furacão Paola, uma avaria no avião de regresso, um assalto ao quarto dos meus amigos e movimentações indevidas na minha conta bancária), o balanço é positivo!
Claro que sim!
Disseram-nos que a praia de Punta Maroma seria uma das mais belas do México e não nos enganaram!
Terei caminhado, mergulhado, conversado e sorrido junto de uma paisagem única, de um mar caribenho tão pleno de beleza que, juro, nos faz rir!

O mar é de sonhos!
Nadam peixes junto às nossas pernas, como se nós também fizessemos parte da fotografia!

A fauna e a flora é imensa e está ali à mão de semear, já que toda a costa da Riviera Maya não era mais do que floresta junto ao mar, antes que os resorts turísticos começassem a florescer, literalmente, no meio desta. Pássaros, peixes, iguanas, caranguejos, eu sei lá! Vi de tudo um pouco.

O património arqueológico é muito abrangente e, claro, numa semana, não há tempo nem dinheiro para explorar tudo. Como toda a gente, seleccionamos uma de muitas ofertas. No nosso caso, Tulum, uma cidade maia não muito grande, não a mais significativa, mas provavelmente uma das mais belas, nascida para adorar o Amanhecer à beira de um penhasco com vista privilegiada para o mar das Caraíbas!

A comida... er... inclui quantidades demasiadas de tomate, pimento e picante para que me possa agradar. Assim mesmo, houve surpresas e adoptei mesmo pequenos vícios para a semana. A notar que aquelas alminhas usam como ingrediente nos pratos cacto! Cacto, senhores?!! Isso lá é de comer?!!

Já quanto à bebida, o discurso é outro! Admito que bebi no México o primeiro shot de tequila que me soube bem em toda a minha vida. De resto, acho que não bebi nada - com ou sem álcool - que não soubesse bem!

As actividades disponíveis são, tal como os locais de interesse arqueológicos, demasiadas para que se possa fazer tudo.
A não deixar passar é, sem dúvida, o snorkeling, que experimentei pela primeira vez e que me conquistou (apesar da minha insegurança).

Decidi também, quase distraidamente, nadar com golfinhos num dos quatro delfinários espalhados pela Riviera Maya e saí de lá fascinada e com um sorriso teimosamente parvo no rosto! A experiência é única! Os bichinhos amorosos!

Para completar o leque, conto com uma noite na afamada Coco Bongo, a discoteca de que aparentemente toda a gente fala (já eu nem sabia da sua existência!!!). Muito mas muito giro. Bom ambiente, divertido, dinâmico e animado e com uma noite inteira de animação com um show longo e abrangente, com luz, música, dança, acrobacia, representação... enfim... Valeu a pena!! 

Para uma próxima (quem sabe...), terá de ficar a passagem por um dos muitos cenotes da região, a ida até à barreira de coral, Chichén Itzá, a ilha Contoy e quem sabe o que mais...


De mim:

Incrível como escapar por uma semana pode exercer tal milagre em termos emocionais!
Regresso a acreditar novamente de que não preciso de psicólogos nem retiros nem o que seja para sair de um estado depressivo.
Tenho força suficiente em mim para tornar a mostrar o melhor de mim.
O sorriso que me elogiam todos os que me amam, que despertou um amor maior do que o mundo, continua cá e é por cá que ele vai continuar.

Os sentimentos voam connosco, estão em nós e acompanham-nos para onde quer que 'fujamos'.
Aquele que disse uma vez que olhos que não vêem, coração que não sente seria mais ingénuo do que ele próprio poderia imaginar.
O coração sente. Sente sempre. Vendo ou não.
Porque o amor, o afecto, a saudade, tudo isso flui em nós, no nosso sangue, na nossa essência.
E é precisamente o fluir de todos esses sentimentos em nós que nos torna criaturas bonitas.

10 de outubro de 2010

E esta semana...

...um pouco de paraíso para mim...

5 de julho de 2010

A reter...

...destes dias a que quase chamo de férias:

- desligar totalmente os sensores é má ideia - uma boa dose de nódoas negras mais uma unha do pé também negra e ainda uma picada feia de um bicho parvo é capaz de ser demais;

- detesto mesmo mesmo limpar o carro;

- ter de ir às aulas em modo de férias é extremamente irritante;

- o Sol faz-me mesmo muito bem;

- preciso urgentemente de começar a beber mais água;

- a solidão pode ser apenas exterior;

- se a questão da distância se resumisse a kms, então a felicidade estaria nas nossas mãos;

- depois do 5 vem o 6 e não muda nada excepto a intensidade e a certeza.
 
Agora, back to business, com a energia e a convicção que se impõe!

4 de julho de 2010

A Troca

«Vendo a carga reveladora das páginas que restam que já começamos a acelerar rumo à felicidade perfeita.*» Fim de citação.
(...)
Ou seja, mentalizamo-nos para o final do romance. Enquanto lemos, temos consciência de que faltam apenas uma ou duas páginas e preparamo-nos para fechar o livro. Mas com um filme não há maneira de saber, principalmente hoje em dia, em que os filmes têm uma estrutura menos rígida e mais ambivalente do que outrora. Não é possível saber qual será o último enquadramento. O filme corre, tal como a vida corre, as pessoas tomam atitudes, fazem coisas**, bebem, falam, nós observamo-las e em qualquer altura, sem avisar, sem que nada esteja resolvido, ou explicado, ou concluído, o realizador decide muito simplesmente... acabar.

~~~~~

Final inteligente, como todo o livro, de resto.
Sem querer ditar um final que necessariamente deixaria alguns insatisfeitos, David Lodge muda de arte e faz do último capítulo não o desfecho típico de um romance, mas um guião de um filme em que ele, já sem ser romancista, e agora como realizador, imobiliza a cena final, deixando ao leitor a tarefa de decidir o melhor desfecho para os quatro protagonistas.

Um livro que satiriza o mundo académico.
Um livro em que os protagonistas são professores universitários especializados em Jane Austen.
Um livro cheio de humor sagaz e subtil.
Um livro com um toque de loucura.
Muito mas muito bom!!

* Citação das páginas finais de Mansfield Park, de Jane Austen
** Quem diria, fazem coisas...

20 de fevereiro de 2010

De regresso

Dizem que o calor faz as pessoas mais felizes e soltas...
Não podia ser mais verdadeira essa máxima!

A minha bagagem chegou a Cabo Verde tão fria...
Já de regresso, acabo de a desfazer... as roupas vêm ainda quentes, absorveram o calor e a alegria daquelas paragens e assim roubaram de lá um pouco de calor...

Regresso com saudades de lá... com vontade de mais...
Parti de lá esta madrugada sem quaisquer saudades do que aqui me esperava...

12 de fevereiro de 2010

Fuga


Daqui por umas horas estarei já em plena fuga...
Para encontrar o Sol.
Para encontrar sossego.
Para recuperar o que me tem faltado...


Regresso em breve..
Qualquer coisa, estarei por aqui:
;)