Quase que sinto uma certa irritação por ouvi-la passar tantas vezes na rádio... como se estivessem a banalizar indevidamente uma pequena preciosidade...
11 de maio de 2013
A Educação Musical de Anna XXVI
Quase que sinto uma certa irritação por ouvi-la passar tantas vezes na rádio... como se estivessem a banalizar indevidamente uma pequena preciosidade...
6 de maio de 2013
Operação Tradução secreta?!!
Um bunker subterrâneo. Onze pessoas protegem um segredo do resto do mundo. Sem luz do dia, sem telemóveis… Podia ser um excerto de uma obra do escritor Dan Brown, mas foi pura realidade para o conjunto de profissionais encarregues de traduzir «Inferno» em 11 línguas.
[Diário Digital, 6 de Maio de 2013]
(Em pulgas para saber quem é o português...)
17 de abril de 2013
Closure
Um enorme alívio.
É a sensação de finalmente despachar o último ficheiro de um projecto demasiadamente esgotante.
Um projecto que (me) dominou quase os últimos dois meses, ao ponto de por vezes me fazer sonhar com ele de noite. Um projecto que testou os limites da minha paciência e que quase me levou a duvidar das minhas competências.

Queria ter escrito sobre tudo isto antes de ter ido de férias, mas muito maior do que a necessidade de escrever foi a necessidade de me desligar de tudo isto.
Talvez volte a escrever sobre em breve, de uma forma mais crítica e menos sentimental mas, por agora, só me apetece mesmo é dar saltinhos atirar confettis!! Volto ao "modo normal" de tradução e revisão! (Até ao próximo desafio, pelo menos!)
26 de março de 2013
És mesmo tu, Anna?
Essa que está neste momento a ouvir as músicas da banda sonora do FIFA?
É que uma pessoa não joga, não olha para aquilo, nem tão pouco está interessada em fazê-lo!! Mas o raio das músicas ficam-nos no ouvido!
19 de março de 2013
Engano de Roth... ou o desengano da Anna
Chego ao fim deste livro e concluo que a minha perspectiva da literatura é demasiado 'clássica', se é que isso se pode dizer...
Quero e preciso de saber o mais possível sobre as personagens. Andar meio às cegas, ter de deduzir (sem seguranças) quem é quem, sem nomes nem locais, ter quase só fotogramas em jeito de flashbacks, para mim, não chega para me encher as medidas enquanto leitora.
O livro só me "apanhou" no último terço, em que finalmente o narrador "põe ordem na casa" e, ainda que inadvertidamente, deixa deduzir relações e intenções.
Se a obra de Roth se define por estas linhas, então não me chegará a encantar... Problema meu quem, talvez por serem contemporâneo, esperava encontrar em Philip Roth um outro David Lodge...
17 de março de 2013
O valor do trabalho
Há dias pediram-me para fazer um orçamento para a tradução de um documento. Um documento de uma área técnica específica e que me ocuparia cerca de dois dias e meio de trabalho. Fiz o orçamento, de acordo com os parâmetros habituais, e enviei-o. Há 9 dias atrás. Não obtive qualquer resposta de quem mo pediu. Nem um "Não obrigada! É muito caro, não posso pagar!", nem tão pouco um "Que abuso, vá roubar outro!"...
Andei uns dias a pensar na possibilidade de ter feito um orçamento ridiculamente astronómico, de ter abusado, de poder estar a sobrevalorizar o meu trabalho...
E entretanto, ontem, enquanto conduzia à noite, dei por mim a fazer contas... Por dia, o meu trabalho vale apenas mais 5 euros do que o da senhora da limpeza.* A quem se paga sem discutir, tão simplesmente porque nós não o faríamos melhor.
Poderia questionar o valor do trabalho dela e o valor do meu, mas isso seria totalmente falacioso, porque cada um deles vale o que vale.
A senhora da limpeza não faria o meu trabalho, mas eu também não faço o trabalho dela tão bem como ela. Nem tenho tempo para isso, já que as 7 horas (no mínimo) que ocupo por dia a fazer o meu trabalho são horas que não posso dedicar ao trabalho que ela assume. E, até ver, os dias ainda têm 24 horas para cada ser humano.
Da mesma forma que nos indignamos por dentro quando o canalizador nos apresenta o orçamento do arranjo dos canos do lavatório da cozinha. Indignamo-nos, mas acabamos por aceitar e pagar porque nós não fazemos o trabalho dele. E precisamos que ele seja feito.
Valerá o trabalho do canalizador ou da senhora da limpeza mais do que o da tradutora? Ao ponto de nem uma resposta merecer, mesmo que negativa?!...
Andei uns dias a pensar na possibilidade de ter feito um orçamento ridiculamente astronómico, de ter abusado, de poder estar a sobrevalorizar o meu trabalho...
E entretanto, ontem, enquanto conduzia à noite, dei por mim a fazer contas... Por dia, o meu trabalho vale apenas mais 5 euros do que o da senhora da limpeza.* A quem se paga sem discutir, tão simplesmente porque nós não o faríamos melhor.
Poderia questionar o valor do trabalho dela e o valor do meu, mas isso seria totalmente falacioso, porque cada um deles vale o que vale.
A senhora da limpeza não faria o meu trabalho, mas eu também não faço o trabalho dela tão bem como ela. Nem tenho tempo para isso, já que as 7 horas (no mínimo) que ocupo por dia a fazer o meu trabalho são horas que não posso dedicar ao trabalho que ela assume. E, até ver, os dias ainda têm 24 horas para cada ser humano.
Da mesma forma que nos indignamos por dentro quando o canalizador nos apresenta o orçamento do arranjo dos canos do lavatório da cozinha. Indignamo-nos, mas acabamos por aceitar e pagar porque nós não fazemos o trabalho dele. E precisamos que ele seja feito.
Valerá o trabalho do canalizador ou da senhora da limpeza mais do que o da tradutora? Ao ponto de nem uma resposta merecer, mesmo que negativa?!...
*Sendo que eu pago impostos sobre esse valor e ela não,
mas isso são outros quinhentos...
28 de janeiro de 2013
12 de dezembro de 2012
Girls will be girls
A poucos dias de festejar o primeiro aniversário, a mais nova da família já dá uns passinhos, sorri muito (muito mais do que há uns meses atrás), fala pouco, pede muita atenção a toda a gente, mexe em tudo e come como gente grande!
E a poucos dias do seu primeiro aniversário, continuo a conter uma vontade imensa de reivindicar o direito de fazer dela uma princesinha de vestidos rodados, boleros de lã e sapatinhos de ballerina! Mesmo que seja uma princesinha rechonchuda que ainda tropeça nos próprios pés e muda rapidamente para o modo-gatinho quando está com pressa para chegar a algum lado.
Dizem-me que para uma bebé de colo andar de vestidos não é muito prático. Talvez um dia venha a perceber esse argumento, se algum dia for mãe duma menina. (Pelo que vejo, no Inverno, um bebé de colo anda sempre todo "enchouriçado", não importa o que tem vestido...) Neste momento, não me apetece perceber. Apetece-me comprar-lhe vestidos e saias e lacinhos para o cabelo. E a mãe diz-me que lhe fazem falta conjuntos de calças e camisolas. E o meu subconsciente torce o nariz...
11 de dezembro de 2012
Praguejar...
Pior do que escrever uma asneira num espaço de leitura pública
é escrevê-la com um erro ortográfico…
Poder-se-ia até pedir um bocadinho de zelo, mas…
bem vistas as coisas, é uma asneira…
Dá-me vontade de fazer como aos miúdos e entoar a palavra:
Então diz-se "báta-se" ou "batásse"?!!
14 de novembro de 2012
A Educação Musical de Anna XXV
A ti, que me trouxeste até eles!
Parabéns!
[Mumford & Sons ~ Little Lion Man]
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