18 de dezembro de 2011

Cor de Rosa

E enfim chegou! 
Do alto dos seus cerca de 3,700 kgs, parece vir com vontade de afirmar que quer ser maior!
E é! Pequenina mas grande, maior, nos nossos corações! E grande para aninhar todo o carinho que temos à sua espera! 
Sê bem-vinda piolhita! 
Finalmente, cor de Rosa para a tua tia! :) 

16 de dezembro de 2011

E seria bem capaz de me apaixonar...

O Porto tem realmente qualquer coisa....


12 de dezembro de 2011

Ser especial ou (esperançosamente) ingénuo


Há momentos e pessoas na vida que nos fazem acreditar que tivemos direito a um lugar especial na escala dos estatutos e dos tratamentos. Pessoas que nos sentam do seu lado direito e permitem que assistamos com vista privilegiada à forma de tratamento que merecem os demais, os comuns. E nós, não comuns, mas sim especiais, vamos achando que aquele lugar é cativo e eventualmente retribuimos a concessão com um lugar igual ao nosso lado.

No entanto, por vezes acabamos por perceber que esse lugar que nos foi concedido não tem nada de cativo ou permanente. É tão efémero quanto a vontade de quem o concede. E, aos poucos, constatamos que não somos diferentes coisíssima nenhuma, passamos de especiais a comuns e começamos a receber exactamente o mesmo tratamento que antes apenas observávamos…  


Na verdade, são muito poucas as pessoas que realmente consideram que merecemos ser especiais. E muitas vezes essas pessoas cingem-se apenas e só ao círculo familiar directo, incluindo por vezes alguns amigos genuínos...


Sou ingénua, sei que sim. Prefiro salientar o melhor que há nas pessoas, prefiro acreditar em coincidências e acasos, mas do que intenções... E gostaria de manter-me assim...

23 de novembro de 2011

Detesto...

... pessoas
que ocupam duas vias
na auto-estrada!!!


É uma para cada um, tá?!!!

18 de novembro de 2011

Três anos!

Fez ontem três anos que entrei para esta empresa.
De um total de pouco mais de quatro anos de vida profissional.
E o balanço é muito positivo.
Learning-by-doing é provavelmente expressão mais do que aplicável ao meu percurso profissional enquanto tradutora. E nesta casa é isso que tem acontecido, paralelamente à ajuda dos "veteranos", que têm partilhado com paciência e empenho o saber que já têm.

Ouvi no outro dia, em tom retórico, alguém exclamar "Mas ninguém gosta do emprego que tem?!" a meio duma conversa em que todos se queixavam de coisinhas dos respectivos empregos.

Eu gosto do meu emprego! Gosto muito até!
O facto de me queixar (mas quem é que não se queixa?!) de algumas coisas não permite concluir esteja insatisfeita ou infeliz com ele. São simplesmente os dois lados da moeda. Os empregos, como as pessoas, não são perfeitos. Importa sim (nos empregos e nas pessoas) perceber e identificar problemas e procurar resolvê-los!

17 de novembro de 2011

A educação musical de Anna XXIII


Perdoa-me por tomar uma lembrança tua para mim mas...
afinal, acabou por se tornar também uma lembrança minha
no momento em que, 
de mãos dadas, ainda à mesa, 
mas observando o crepitar da lareira, 
me contaste como ela se tornou uma lembrança tua...

E não sei se é a lembrança da lembrança, 
o aconchego do calor emanado pelo fogo, 
ou a doçura do teu olhar... 
mas a verdade é que não me sai da cabeça...

15 de novembro de 2011

Fazer piscinas, queimar etapas

Vou-me detendo por aqui, com o meu chá, enquanto "fazes a última piscina" de hoje...
Penso no esforço e na logística envolvida em tudo isto.
Perguntas-me se não quero.
Respondo-te com outra pergunta.
Isso lá é pergunta que se faça?
É evidente que quero.
Cada momento. Cada olhar. Cada passo. Cada gargalhada. Cada suspiro.
A distância não é assim tanta, afinal de contas.
No entanto, se a medíssemos à proporção da vontade de estarmos juntos, ela transformar-se-ia em algo bem diferente.
A (única) distância adequada seria equivalente ao estender da mão.
E entretanto vamos fazendo piscinas (tu mais do que eu) para estreitar esse espaço entre as nossas mãos.
É apenas uma etapa, que se quererá tão breve quanto possível, mas que não deixa de ser inevitável...
Apenas a primeira de muitas.

Obrigada por todos estes instantes, 
que dificilmente caberão
 nas balizas com que o 
Tempo os vai medindo.
Amo-te!  
  

5 de novembro de 2011

Tenho um Jamie Oliver só para mim!



Já tínhamos falado no assunto, nunca nenhum dos dois havia experimentado cozinhar risotto...
E ele abriu as hostilidades ontem, com este risotto de cogumelos.
Estava óptimo! Ninguém diria que foi uma primeira vez!

21 de outubro de 2011

Eu, ele e bagagem para 5 dias...


Enquanto ele vai tratando da reserva dos voos para a próxima semana...

Ele: Teremos de ser compactos na bagagem... mt compactos...
Eu: Quão compactos?
Ele: 1 mala de cabine...


E diz-se isto assim a uma mulher?!!
Ele é, definitivamente, um optimista...e eu terei de operar um fabuloso milagre!

20 de outubro de 2011

Follow-up


Follow-up
An article or a report
giving further information on a previously reported item.


A meu ver, existem situações em que, mais do que regras de um método de trabalho, valem as regras do bom senso e da educação... No caso de não estarem ambas entrelaçadas, como deveriam estar, como é evidente...


Desde segunda-feira que uma empresa de marketing telefónico me anda a ligar sucessivamente. Daquelas que vai buscar os nossos dados a bases de dados de outras empresas.

Atendi à sua segunda tentativa, a meio da tarde de segunda, disse que não me convinha falar àquela hora e pedi que me ligassem após as 18h. Nesse dia não voltaram a ligar.

Na terça ligaram-me pelas 11h. Mais uma vez no meu horário de expediente. Não atendi. Voltaram a ligar pelas 16h. Idem. Não atendi novamente.

Na quarta, ontem, ligaram pelo meio-dia. Atendi, sublinhei que tinha solicitado que me ligassem apenas após as 18h e pedi expressamente que apontassem essa informação no registo dos meus dados.

"Sim senhora, é o que faremos. Ligaremos por essa hora."

Não voltaram a ligar ontem.

Esta manhã, por volta das 11h toca novamente o telefone. E ficou a tocar até chegar o voice-mail. E assim há-de continuar a acontecer, a não ser que me liguem no horário que solicitei.



Trabalhei durante um ano e meio num instituto em que havia necessidade de fazer algumas tarefas tipo call-center. Para o fazer, tinhamos o chamado follow-up em que registávamos todas as informações pernitentes a respeito de cada uma das pessoas.

Antes de pegar no telefone para ligar a uma pessoa, era prática comum abrir o respectivo follow-up e verificar rapidamente as informações... Ora, se nesse follow-up houvesse uma nota a dizer "Não ligar antes das 18h!", não passaria na cabeça de ninguém naquela casa ligar às 11h da manhã para a pessoa em questão! Bom senso, competência, respeito? Acho que é tudo isso... além de profissionalismo...


Eu não tenho problema algum em ouvir o paleio inerente a este tipo de chamada. Atendo, oiço e tomo uma decisão no final. De certa forma, já estive do outro lado da barricada e sei como é desagradável receber respostas ríspidas ou recusas terminantes em ouvir o que há para ser dito. Seja como for, o mínimo que espero é que respeitem e tenham atenção àquilo que digo. Caso contrário, se não me ouvem, então também não vejo qualquer motivo para ouvir...