24 de agosto de 2011
?
Ena!
A aplicação da meteorologia aqui do meu desktop é generosa na indicação da temperatura...
Se calhar é melhor ir pela sombra quando sair daqui...
22 de agosto de 2011
Pedir chuva
«Estás a pedir chuva!»
Bem que nos avisam e bem que insistimos teimosamente.
Cuidado com os teus desejos. Eventualmente acabam por ser-te concedidos. Em doses pouco saudáveis e difíceis de gerir, algumas vezes.
O sabor de uma chuva fresca numa noite de Verão pode ser refrescante, revigorante. O efeito imediato é extraordinário. Queremos mais. Dizemos que sim, que é mesmo daquilo que precisamos. Deixamo-nos ficar até que a roupa se nos cole à pele. Dançamos com ela noite dentro, até porque , afinal, pedimos a sua companhia e agora que a temos queremos tirar todo o partido dela.
Já pedi chuva algumas vezes, achei que recebê-la era uma bênção … e acabei por apanhar sempre daquelas gripes que se arrastam por semanas e mesmo meses....
Erro.
O truque não está em pedir chuva, chamar por ela. Como qualquer fenómeno da Natureza, é livre, não é suposto ser controlada ou controlável. Ela há-de chegar quando entender. E recebê-la assim, que vem ao nosso encontro pelo próprio pé, é tão melhor e tão mais natural! E, como ela, também nós somos livres de ir ao seu encontro ou de então optar por nos protegermos e limitar-nos a admirar à distância os seus passos de dança...
Bem que nos avisam e bem que insistimos teimosamente.
Cuidado com os teus desejos. Eventualmente acabam por ser-te concedidos. Em doses pouco saudáveis e difíceis de gerir, algumas vezes.
O sabor de uma chuva fresca numa noite de Verão pode ser refrescante, revigorante. O efeito imediato é extraordinário. Queremos mais. Dizemos que sim, que é mesmo daquilo que precisamos. Deixamo-nos ficar até que a roupa se nos cole à pele. Dançamos com ela noite dentro, até porque , afinal, pedimos a sua companhia e agora que a temos queremos tirar todo o partido dela.
Já pedi chuva algumas vezes, achei que recebê-la era uma bênção … e acabei por apanhar sempre daquelas gripes que se arrastam por semanas e mesmo meses....
Erro.
O truque não está em pedir chuva, chamar por ela. Como qualquer fenómeno da Natureza, é livre, não é suposto ser controlada ou controlável. Ela há-de chegar quando entender. E recebê-la assim, que vem ao nosso encontro pelo próprio pé, é tão melhor e tão mais natural! E, como ela, também nós somos livres de ir ao seu encontro ou de então optar por nos protegermos e limitar-nos a admirar à distância os seus passos de dança...
Assim sendo, caro Mayer Hawthorne,
deixo-te com os teus pedidos.
Quanto a mim,
quero antes receber a chuva de braços abertos
quando ela quiser vir ao meu encontro. :)
19 de agosto de 2011
Detesto...
... que o meu subconsciente se arme em Velho do Restelo!
Se é para boicotar a minha noite de descanso, então que venham daqueles pesadelos em que se grita e esperneia e na manhã seguinte simplesmente desapareceram...
Dispensam-se as metáforas que ficam a ecoar na nossa cabeça ao amanhecer...
Se é para boicotar a minha noite de descanso, então que venham daqueles pesadelos em que se grita e esperneia e na manhã seguinte simplesmente desapareceram...
Dispensam-se as metáforas que ficam a ecoar na nossa cabeça ao amanhecer...
11 de agosto de 2011
Lost in translation* III
*ou:
Coisas parvas
da imaginação de uma tradutora...
«Schnecke läuft»
=
Schnecke (n.) = parafuso sem-fim ou caracol
laufen (v.) = funcionar ou correr
A educação musical de Anna XXI
E é assim,
quando uma música que ouvimos em algum lugar*
se nos cola ao ouvido e já não sai de lá o resto do dia...
8 de agosto de 2011
Breves pós SW
Décibeis perdidos já em fase de razoável recuperação*!
Suficientes para me fazer entender pela maioria.
A excepção é a avó (surda). Eu bem digo que não tenho voz, mas ela continua a responder:
- Fala mais alto, filha! A avó não te percebe!
Humpfff...
*Sobretudo desde esta manhã,
Suficientes para me fazer entender pela maioria.
A excepção é a avó (surda). Eu bem digo que não tenho voz, mas ela continua a responder:
- Fala mais alto, filha! A avó não te percebe!
Humpfff...
*Sobretudo desde esta manhã,
em que resolvi ler
o folheto dos comprimidos que a minha mãe me arranjou
e percebi que estava a ingerir
o que afinal são drageias para chupar...
Porque é que a minha mãe não explica as coisas decentemente?!!
3 de agosto de 2011
A caminho!
1 de agosto de 2011
31 de julho de 2011
Se Anna não vai a Berlim...
Trazidos por um uma amiga que está finalmente de regresso e que chegou determinada a alimentar o meu pequeno vício pelos Ampelmännchen, assim como a espicaçar a minha vontade de conhecer Berlim...
25 de julho de 2011
4'45''
O volume aumentou e, por momentos, já não havia mais nada.
Desvaneceram-se as luzes do trânsito e tornaram-se meros espectros de luz em pano de fundo. Desapareceram os relógios.
Esqueceram-se as amarguras e as preocupações.
Abafaram-se as vozes da consciência.
Por minutos fomos apenas e só nós.
Sem passado nem futuro.
Apenas nós e este intenso grito de sentimento que nos abraçou e não quis largar.
Por minutos apenas.
Minutos que congelaram no tempo.
21 de Julho de 2011
~~~~
Há músicas que ouvimos vezes sem conta, das quais gostamos quase que inconscientemente, seguindo o vogar da maré, concordando com unanimidade sobre a sua qualidade...
E depois há uma ou outra que, num momento inesperado, assumem toda uma nova força na nossa vida e, de repente, se tornam absolutamente marcantes. Como se, de súbito, se tornassem parte de nós. Como se adquirissem o poder de nos obrigar a parar e suster a respiração. Como se quisessem congelar em si a memória de qualquer coisa extraordinária...
Toda a gente reconhece a força e a intensidade das músicas da Adele. Eu também.
Esta, no entanto, passou para o grupo restrito daquelas especiais que bem poderiam integrar a minha banda sonora...
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