19 de julho de 2011

O mistério do pastel de feijão



Nada como pôr as mãos na massa - literalmente! - para esclarecer o mistério!

Inexplicavelmente, mesmo não suportando feijão, sempre fui viciada em pastéis de feijão!

Uma réstia de tempo livre e um telefonema à tia (a das mãos de ouro para fazer doces) para me dar a receita foi quanto bastou! Pesados e preparados os ingredientes e, de repente, tudo faz sentido!

Aquilo não é de feijão, mas sim de amêndoa! Doce de ovos com amêndoa! No conjunto, o feijão mal chega a ser perceptível! Está lá como a pedra da sopa! Quase só para fazer jus ao nome! Pelo menos na minha* receita!




* que já a adoptei para mim, tia!

13 de julho de 2011

O maravilhoso mundo dos SMS VII


Gostei imenso da tua camisola, lol


Ora, é bem verdade que o pavio aqui da menina anda demasiado curto... mas realmente confesso que não percebo que raio de abordagem é esta??! É que se era suposto ser simpática.... bom….

Dissecando:

- A pessoa em causa está no mesmo espaço público que eu. Vê-me mas não se dá ao trabalho sequer de me cumprimentar de longe e 2 minutos depois de eu abandonar o espaço pega no telefone e envia-me isto. Que é lá isso de cumprimentar uma pessoa cara a cara?!!! Muito melhor assim!

- Nem um olá nem um está tudo bem?... Só isto. Assim de chofre. Que esta coisa dos SMS tem limitação de caracteres, não se pode abusar!

- A minha camisola?!! Lá está o meu pavio curto! Mas o que é que o raio da camisola tem?!

- E finalmente a pérola: LOL
LOL ?!!!
Mas a frase tem alguma piada para se lhe seguir um LOL?!
Será que a camisola era tão estranha que merecia um jocoso LOL?
Será que era toda a situação era digna de umas valentes gargalhadas?
Fico intrigada! 
Será que andei este tempo todo a interpretar mal o famigerado LOL e que ele tem uma acepção oculta que a minha percepção não alcança?

Ah, não, espera! 
Afinal, diz que não estou enganada! 
Diz que é mesmo um acrónimo que se refere a gargalhadas...



Cara Polo Norte, começo a partilhar da tua 
embirrância para com o LOL, seja ele falado ou escrito…

12 de julho de 2011

We're only human

Era tão bom que
essa justificação fosse suficiente
para alguns dos erros que cometemos...
É que são tantas as vezes em que não há outra senão essa...
...e nós temos necessariamente de criar
uma que seja plausível e aceitável...

10 de julho de 2011

Regra n.º 1 para uma boa relação com o GPS

Se ele te está a dar indicações num local onde nunca estiveste na vida, 
não o contraries.
Ele é bem capaz de perceber mais do assunto do que tu!


Aparentemente, a Ameixoeira não é bem o local ideal para te perderes e andares às turras com as indicações do GPS...

À regra n.º1 poder-se-ia ainda fazer uma adenda do tipo:

Se o GPS não consegue localizar a rua de destino, não inventes!
Lembra-te que não conheces a zona! 
Pede uma morada alternativa à dona da casa, 
certifica-te de que o coisinho a reconhece e... 
actualiza o firmware a.s.a.p.!!



4 de julho de 2011

Ler: ponto de situação



Correndo o risco de ferir susceptibilidades critico-literárias com a minha reacção a este livro, tenho mesmo de declarar que o bendito me tem dado um sono descomunal!

É que até tinha grandes expectativas quanto ao livro e afinal de contas ando a "mastigá-lo" há mais de um mês...

Raros são os dias em que consigo ler mais de um parágrafo sem adormecer ou, quando muito, ficar meio alienada...


2 de julho de 2011

Enfrentar a crise do país

Não faço ideia se isto vai correr bem ou não, mas admito que gosto da atitude assumida por Pedro Passos Coelho. Assim de repente, não sei se não terá se não terá sido eleito mais pelo descrédito do(s) adversário(s) do que efectivamente pela crença depositada no próprio. Mas foi eleito e assumiu o governo de um país em situação altamente complicada. 

Esta semana, o anúncio da medida do programa que visa o corte de 50% dos subsídios de Natal foi assunto que deu e muito que falar. Há quem reclame, há quem proteste, há quem entenda, há quem critique. Colocando de parte o amargo de boca que isso vai deixar na grande maioria de nós, contribuintes, a verdade é que gosto da atitude do novo Primeiro-Ministro. A situação é grave, não é? Não há como contorná-la por outras vias. Então para quê adiar?! Vamos lá inspirar profundamente e mergulhar nisto o quanto antes e fazer o que tem de ser!

Antes este 'mergulhador intrépido' do que o anterior 'adolescente com problemas de auto-estima' que reconhecia (?) o problema, anunciava medidas correctivas, mas concretizar concretizar é que nem por isso, não fossem os portugueses ficar chateados e dizer que já não gostavam dele... 



1 de julho de 2011

Occupational hazard

ou
coisas parvas que te vão ocorrendo enquanto estás a trabalhar e a concentração não abunda...



Haverá advertência mais idiota a figurar num manual de instruções do que "Aterre-se (...)" (que é como quem diz "certifique-se de que está ligado à terra", o que é... igualmente parvo, eu sei...)?!

Pois que não há! 
Até o Google acha isso mesmo e me pergunta se não queria antes dizer "Enterre-se" ainda antes de me confirmar que, sim senhora, "Aterre-se" é coisa que se diz e lê!

Seja como for, logo a seguir também sugere toda uma lista de sites (só deixei ficar a primeira ocorrência) sobre massagens, interiorizações e afins em que, lá está, "Aterre-se" parece ser sugestão benéfica e recomendável...


Às vezes dou por mim a pensar no esforço que envolve tentar fazer sentido do que estou a ler numa língua que não é, afinal, minha, sobre uma temática em que não sou de todo especialista, isto por contraste com a  proporção da quantidade de manuais de instruções que se traduzem e da quantidade daqueles que efectivamente serão lidos...  

... porque português que se preze primeiro experimenta e só depois vai tentar descobrir no manual o que é que correu mal. (Mea culpa, que não me excluo da categoria!)

Por outro lado, de cada vez que pego num desses manuais, como tradutora ou como consumidora, percebo porque é que toda a gente os subvaloriza: um sem-número de páginas para descrever (em modo dummies) como usar cada funcionalidade e botão, como ligar e desligar o dispositivo, como o segurar, como o limpar e guardar e tudo e tudo e... no fim de contas, é sempre possível espremer a informação ao seu essencial e, de 158 páginas de manual, nasce como que por magia a versão digest, guia abreviado que às vezes nem chega a ser mais do que um folheto e que se presume que seja suficiente...


28 de junho de 2011

O maravilhoso mundo dos SMS VI




Confirma-se! J
Vais ser "tia tia" e "tia emprestada"!





E pois que é verdade! 
Em Dezembro chega o novo bebé da família.
E em Janeiro segue-se outro, não da família, mas quase quase!

E eu estou tão contente! J

19 de junho de 2011

The Lisbon Players present Romeo & Juliet



É assim que Miguel Ferreira (Arte e Factos) descreve - e bem - o grupo de teatro Lisbon Players, com sede no Estrela Hall, aconchegado no seio da Estrela, de mãos dadas com o Jardim.

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Sou naturalmente suspeita! Nos seis anos em que a minha segunda casa foi a Faculdade de Letras, os Lisbon Players eram presença familiar e querida no meio. Pelos anúncios das peças, pelos nossos professores de inglês envolvidos, pelos colegas que entravam frequentemente nos elencos e que acrescentavam mais um grande argumento para nos levar ao teatro. Seja como for, ler o que Miguel Ferreira escreve no dito artigo é só mais uma confirmação que despista a parcialidade da minha opinião.


O Estrela Hall tem realmente qualquer coisa de muito peculiar! É a sensação de descobrir qualquer coisa mais ou menos oculta e, paradoxalmente, de entrar num espaço que nos convida a sentar e beber um copo de vinho, como em casa de um amigo. É um espaço em que, por vezes, os estrangeiros somos nós portugueses e, mesmo assim, nos sentimos genuinamente parte do espírito. 




E eles são bons! Os Lisbon Players! Até hoje, não me desiludiram! Não tenho visto todas as peças, mas sempre que posso estou lá. E depois do arrepiante e arrebatador Mary Stuart em Março, trouxeram até nós uma das mais acarinhadas obras de Shakespeare: Romeo & Juliet


Em palco, muita energia, muito movimento. Uma dinâmica que em vários momentos transborda (literalmente) para além do palco e que provoca no público sensações díspares. Uma interpretação interessante das duas famílias antagonistas: Montagues, mais liberais, pintados num tom mais ocidental, e Capulets, mais tradicionais, com cor, tom e som bollywoodescos. Um Romeo bem encarnado, cheio de sangue na guelra, adolescente louco e de paixões efervescentes. Uma Juliet talvez mais séria e adulta do que se esperaria, mas nem por isso menos disposta a viver, espernear e morrer pelo seu amor como bem se espera dela.



Tudo bem articulado, são ingredientes suficientes para fazer surtir opiniões positivas e classificar mais um serão no Estrela Hall como uma noite muito bem passada!


Para quem ainda não passou por lá e até gosta destas lides, eles vão estar em palco até dia 26 deste mês! É aproveitar. 
  



Fotos retiradas da página da peça no Facebook,
da autoria de Chase Valentin.

18 de junho de 2011

Pensamento do (fim do) dia

Shame para aqueles que,
na ânsia de dizer tudo,
dizem muito mais do que deviam.
Shame para aqueles que,
com medo de dizer demais,
acabam por dizer muito menos do que devia ser dito...

14 de junho de 2011

Conversa de café II

Sentadas na mesa do café se sempre, a J. folheia distraidamente o Correio da Manhã.
De repente, pára e assume um ar de cepticismo.


- Que foi?
- Repara nesta notícia "Cego espancava mulher em casa"!
- Sim, o que tem?
- Se ele era cego, então porque é que ela não fugia?!!

Ok ok, eu sei que é humor negro e com isto não se brinca, mas....

6 de junho de 2011

Sempre que...


... aterro na Portela, de regresso a casa, sinto-me um bocadinho maior e mais rica por dentro...

Ir, fugir, conhecer, crescer...

Barcelona não é cidade para conhecer só porque é moda. Barcelona é muito mais do que isso!
E eu percebi porquê!

31 de maio de 2011

29 de maio de 2011

Clara e a luz

Por entre os ramos da laranjeira - incrível como cresceu em tão pouco tempo! - projectam-se os raios de sol que se vão inclinando como a tarde e me chegam furtivamente às pálpebras. Deixei-me adormecer outra vez. Eu e ela. Um anjo de serenidade no meu regaço. Duas luzes que se cruzam em mim: a luz etérea do sol e a luz pura da pequena Clara adormecida ao meu colo.
Nestes dias quentes, é fácil adormecer assim, cá fora, na cadeira de baloiço, rodeada por estas cores quentes de Verão, a relva que não denuncia ainda a exaustão estival, as bolas coloridas espalhadas aqui e ali, empurradas pela brincadeira e pela correria dos pequenos e do Flake, o som das suas vozes, os seus gritinhos e as gargalhadas, a ecoar por todo o quintal.  
Olho para ti. Serena. É um segredo só nosso, mas a verdade é que és tu que me embalas a mim. Foi preciso que entrasses na minha vida para finalmente abrandar o passo, pôr de lado o ritmo desenfreado que se apoderou de mim como um vício e tirar enfim partido da felicidade que ainda hoje duvido merecer e da paz que entrou no nosso mundo de mãos dadas contigo.
Alguns dizem que se parece comigo. Nestas coisas, toda a gente tem opiniões e teorias, toda a gente vê traços diferentes. O olhar do papá, a expressão do avô, o tom de pele e o cabelo do mano, o nariz da mãe (espera-se que não!). Podem dizer o que quiserem. Como eles, também eu te vejo de uma maneira só minha. Olho à minha volta e depois de novo para ti. De ti emana a calma do teu pai. O mesmo olhar profundo e intenso. As linhas do rosto do mano, talvez... Pequenina, como nós todos. 
Mas e que importa? És única, igual a ti mesma e simultaneamente és um pouco de todos nós e é aí mesmo que reside toda a magia! Uma estrela que veio alterar por completo o movimento e o sentido da espiral dos nossos dias. Um ser pequenino e frágil que, sem o saber, chegou para criar uma revolução. Uma revolução inesperadamente sublime...
[Secret heart]


Para o desafio de Maio
com o tema Mãe

28 de maio de 2011

«Finalmente ser feliz»

Andei 20 anos enganada e chegou a altura de fazer tudo certo e finalmente ser feliz. Quero que estejas presente no dia do nosso casamento. Tu foste uma das testemunhas do nosso reencontro e a tua presença é absolutamente essencial.


Foi assim que ontem a I. me anunciou e convidou para o seu casamento.
E eu fiquei emocionada, tão emocionada que terminei a hora do almoço a limpar lagrimitas do canto do olho em pleno restaurante.

Quando conheci a I., ela tinha um casamento pacífico e tranquilo, mas nunca o definiu como feliz. Tudo bem, ninguém tem de apregoar a sua felicidade, há quem simplesmente não goste de extravasar sentimentos.

E tudo parecia estar bem até um dia...  O dia em que nos falou do reencontro com os amigos da adolescência... do reencontro com o J.... O dia em que nos mostrou fotos do dito grupo de amigos e eu pensei (pensámos todos) que fazia muito mais sentido vê-la ao lado do J. do que do marido...  
Depois de algumas semanas de uma angústia sentida mas não admitida e de fugas constantes, eis que surge a notícia: estou a divorciar-me.

A I. não contrariou o que o coração lhe dizia. Percebeu que não era feliz, que tinha um casamento sem sentimentos e que tinha reencontrado finalmente o “homem da sua vida”. Ambos viveram vidas separadas, experimentaram, foram felizes, tomaram decisões.... percorreram um caminho para enfim voltarem a cruzar-se e perceber que só estariam bem ao lado um do outro. A I. teve a coragem de falar claramente com o marido, pedir o divórcio, enfrentar os julgamentos e juízos da família para finalmente poder avançar...

E a I. diz-me agora que vai casar com o “homem da sua vida”

E no meio de tanto cepticismo eles dois ainda me conseguem fazer acreditar um bocadinho...

25 de maio de 2011

The National



Dissociá-los de ti é coisa que nunca serei capaz de fazer.
Acho que nunca saberei ao certo se me apaixonei por eles ao teu lado ou se isso acabou por acontecer depois... mas a verdade é que aconteceu...










Ah, e gostei bastante dos Dark Dark Dark 
(que afinal não são assim tão Dark,
até pelo contrário!)

24 de maio de 2011

Teoria da conspiração anti-férias

Depois de 2 ameaças de cancelamento da reserva do hotel por culpa de "falhas de sistema" (ora, m*#%a para o sistema!), agora vem o vulcãozinho nórdico espalhar cinzas pelo espaço aéreo europeu...

Não querem convocar uma greve geral dos serviços de transporte aéreo?
Ou um dilúvio?
Ou (outro) dia do Juízo Final, sei lá?!!

Humpfff....

22 de maio de 2011

Há coisas mais difíceis de digerir do que outras...
E uma das que estão no topo da lista é sem dúvida a pressão dos pares.
Para pessoas como eu, que dão muita importância à família, é difícil enfrentar o peso dos olhares e das constatações implícitas nos olhares daqueles que amo...
A minha vida é só minha e quem traça o meu caminho sou eu, disso não há dúvidas!
Mas pelo menos cá dentro custa-me saber que não segui o caminho suposto, que não joguei (não estou a jogar) pelas regras... Às vezes acho que seria muito mais fácil baixar os braços e deixar-me levar pelo caminho que 'apazigua'  e deixa feliz a maioria... Só que eu não sou assim...
Não o fiz de propósito. Também eu não tinha traçado este plano de vida para mim mesma... Saiu tudo ao lado... e eu estou feliz com (quase) tudo o que acabou por acontecer! E a maior sombra nessa felicidade é sentir que, de alguma forma, sou uma desilusão para eles...

E pronto, desabafo cá fora, venha agora o meu melhor sorriso!
Hoje há almoço de família.
Comemora-se o primeiro ano de casamento da M. E os meus parabéns sentidos para ela e para o P.!!

Meme* literário

A Cérise diz que "a Anna é capaz de gostar de responder a isto"... e diz muito bem!
Então cá vai...

1 - Existe um livro que lerias e relerias várias vezes?
Qualquer dos livros do Zafón. Enfeitiçantes da primeira à última página!

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
Normalmente faço um esforço por nunca desistir de um livro. Nunca se sabe quando é que pode acontecer a tal reviravolta que mexe contigo. Pode inclusivamente não acontecer... 
Tive imensas dificuldades em chegar ao fim do Budapeste do Chico Buarque e a reviravolta não chegou.
Quem também continua à espera duma segunda (ou terceira) oportunidade para me mostrarem o que valem são os protagonistas de Jonathan Strange & Mr. Norrel da Susanna Clarke (O livro é bom, garanto-vos! O problema é o tamanho - coisa que me intimidou pela primeira vez na vida - e foi o momento em que o comecei a ler.), assim como o Possession da AS Byatt.

3 - Se escolhesses um livro para ler para o resto da tua vida, qual seria ele?
Com tanta coisa para ler, porque é que eu escolheria um único livro?! Bom, se tivesse mesmo de ser, escolheria uma edição das obras completas de Oscar Wilde onde não faltasse qualquer das suas peças de teatro.

4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
Dom Quixote de Cervantes. Está para breve.

5 - Que livro leste cuja 'cena final' jamais conseguiste esquecer?
Se falarmos de efeito negativo, há que referir o efeito angustiante da cena final de Of Mice and Men do John Steinbeck. Fiquei com um enorme nó na garganta.
Se pensarmos num desfecho bom, então talvez seja de mencionar o final de Amor nos Tempos de Cólera de Garcia Marquéz. Quando se cria uma empatia grande com um protagonista, quer-se sempre um final em grande para ele... cheio de ternura e felicidade... 'the works'...
6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
Sim. O que havia lá por casa. Os livros infantis que já eram do meu mano (como o Babar, Papuça e Dentuça, etc...) e outros que depois foram sendo comprados para mim, livros de BD... A colecção Uma Aventura não, que sempre embirrei um bocadinho com ela (eu sou estranha, já sei), mas li uns quantos da colecção Clube das Chaves e da Enyd Blyton... até que um dia (lá pelos 16 anos, talvez) peguei n'Os Fidalgos da Casa Mourisca e mudei para a literatura "de gente grande"...
7 - Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
Já o referi atrás. Budapeste de Chico Buarque. É claro que há outros mas este foi o mais recente.
8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.
O Jogo do Anjo de Zafón. A Bíblia Envenenada de Barbara Kingsolver. Orgulho e Preconceito de Jane Austen. O Livro de Safira, de Gilbert Sinoué.
9 - Que livro estás a ler neste momento?
Dublinesca de Enrique Vila-Matas.
10 - Indica dez amigos para o Meme Literário:
Deixo isso ao critério de quem quiser assumir o desafio!


* é muito mau admitir que 
não conhecia o termo "meme"?!