21 de maio de 2011

A educação musical de Anna XIX



Quando me mostrou isto, a minha (segunda) mentora musical
juntou-lhe um "o que é nacional é bom!"
Nacional ou não, tinhas razão, isto cola-se ao ouvido!
E o vídeo?!!





20 de maio de 2011

Sexta 13?! Isso não é nada original!

Porque eu sou do contra, as coisas manhosas não me acontecem a uma sexta-feira 13, mas sim a uma sexta-feira 20!

 Nada como começar o dia com coisas boas:

Ah e tal, bora lá boicotar as férias desta menina que ela nem está nada a precisar delas!

Recebemos um mail a avisar que a reserva do hotel em Barcelona está em vias de ser cancelada devido a um problema com o cartão.

Ah, e tens andado a "correr para apanhar" os prazos de entrega dos trabalho? Então vá, corre lá só mais um bocadinho!

Descubro que nos últimos dias andei a perder tempo útil (que já era escasso) a traduzir segmentos que, afinal, eram comandos do FrameMaker que não foram devidamente ocultos e que agora têm de ser repostos.


Opah, eu quero as minhas férias...
L

17 de maio de 2011

Ahhhhh! em diferido*

* i.e., 3 dias depois...

Estava aqui a vagear pela blogosfera entre os pedacinhos de ananás da sobremesa e descubro que a Hierra encontrou o Paulo Futre na Feira do Livro no passado domingo!

Pois que este ano, excepcionalmente (note to self), fiz a minha visita à Feira apenas no último dia, um bocadinho em jeito de punição pelos livros não lidos que ainda tenho em casa. Certo é que tentei abstrair-me um bocadinho dos eventos, sessões de autógrafos e afins que por lá aconteceram, mesmo para resistir à tentação, portanto não sabia o que por lá encontraria naquela tarde.

No entanto, já no Parque, descobri que estaria lá o Richard Zimler e achei que não podia desperdiçar outra oportunidade para falar um bocadinho com ele e trazer um autógrafo.

Fui buscar o Ilha Teresa e dirigi-me à caixa para o pagar. Lá, entrego o livro à funcionária e pergunto:

- Ele ainda cá está, não está?!

Ao que ela me responde:

- Quem, o Futre?

Fiquei a pensar por que raio é que ela acharia que eu lhe perguntaria pelo Futre, sobretudo estando eu a comprar um livro do Zimler! ... Achei que o "ele" da minha pergunta era óbvio, já que não havia mais nada em comum entre nós as duas para além de estarmos com um livro do Zimler na mão!

Pois que agora, três dias depois, fez-se luz! Então ele também lá estava!! E a senhora assumiu à partida que estando eu a perguntar por um "ele", o dito seria necessariamente o Futre.... Ahhhhh....está bem...

16 de maio de 2011

O maravilhoso mundo dos SMS V

ou

como despachar uma conversa (inútil)
com uma piada pseudo-intelectualóide:

A. para Anna:

Friday! :)

Anna para A.:

Yes, Master Robinson Crusoe?!

E já não houve mais resposta...

10 de maio de 2011

(Só para extravasar!)

Newsflash!
Sabes, se antes de pegares no comando do ar condicionado para o desligares como se fosses a única pessoa dentro desta sala experimentares dizer: «Importam-se que desligue o ar condicionado?» ninguém te vai dizer que não e a atitude contava como ponto positivo no teu nível de civilidade!

Como diz a minha amiga V., se eu quisesse trabalhar com bestas tinha-me candidatado ao jardim zoológico...

Pronto... destilado... já está a passar...

Quando assimilar é impossível

A minha terra está de luto.
No domingo ao final da tarde começou a propagar-se a notícia como um rastilho de pólvora. De início ninguém acreditava que pudesse ser possível e então ia-se perguntando aqui e além se era mesmo verdade! E era. No domingo, numa prova de Quad Cross, um miúdo da terra perdeu a vida. E a vila toda está em choque, ainda incapaz de assimilar a tragédia.

Tinha 22 anos, toda a gente o conhecia. Chamava-se Vando, era um dos padeiros que vendia pão pela vila (o negócio da família desde sempre) e toda a gente o via pelas manhãs e, de resto, era um miúdo igual a tantos outros da sua idade! Inconsequente e irresponsável muitas vezes, começou a conduzir ainda antes de ter carta de condução e, ainda que apanhando um ou outro susto, a verdade é que ele tinha mesmo jeito para a coisa.

E no domingo, enquanto fazia aquilo de que gostava e que sabia bem como fazer (tinha sido vice-campeão nacional no ano passado), aconteceu o inesperado e o irremediável... 

Tudo me faz confusão nisto. A idade. A injustiça. A ironia.

Era irresponsável tantas vezes, sim (não o somos todos?!), mas foi precisamente a fazer aquilo de que gostava, aquilo para que tinha jeito e pelo que havia sido já reconhecido que isto aconteceu.

Precisamente quando não estava a fazer nada de errado...

5 de maio de 2011

Lost in translation II

(...) the patient is grounded (...)

E se,
assim só para 'inovar' um bocadinho,
eu traduzisse isto por


(...) o paciente está de castigo (...)

?

Fbooks



Muito muito curiosa para ver o que vai sair daqui!.
A ideia arranca com um livro de que gostei muito:
O Bom Inverno, de João Tordo.


4 de maio de 2011

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Porque há dias em que um trabalho simples deixa de ser porreiro para se tornar simplesmente aborrecido...