16 de abril de 2011

For the record

Sim, estou a ressacar com a tua ausência!
Mais do que tenho conseguido admitir!

Fico feliz por terem descontinuado o Fio de Prumo e que isso me tenha obrigado a ligar-te para resolver o impasse.
Fico feliz por precisarem dos teus dados de identificação na Barata e que isso me obrigue a ligar-te novamente.
Fico feliz por confiares em mim e por poder ser útil.
Fico feliz por deixar de ser parva e racional, esquecer a coisa chata do roaming e ligar-te a meio da minha tarde, quando me apetecia mil vezes relaxar numa esplanada à conversa contigo enquanto aproveitamos o sol e um sumo natural.
E tudo isso deixa-me assim um bocadinho mais perto de ti!


A demanda pelos manuais para a sr.ª professora Cérise foi bem sucedida!
(E reavivou inesperadamente o bichinho do mundo do ensino...)
Estão cá quase todos em casa, a preparar-se para seguir para os correios.

A minha cadela é que não está lá muito satisfeita com a coisa dos manuais, já que se deitou encostada ao saco dos manuais e ele tombou para cima dela!
Manuais «peticidas»!!!

15 de abril de 2011

Hmmmm...




... estava ali a escrever um post sobre as 'comichões' que o acordo ortográfico me está a causar no trabalho mas... bolas, é occupational hazard e eu já tive a minha dose disso por hoje...

I'll think about that tomorrow...

12 de abril de 2011

Coisas que eu já devia saber


Quem ainda precisa de canadianas para andar
não se devia aventurar a fazer
trekking...

11 de abril de 2011

Pezinho a tremer por baixo da mesa

Falta de concentração e nervoso miudinho a tomarem conta.
Não saber como dominar a situação nem conseguir decidir uma forma de abordagem.
Querer relaxar e pensar noutras coisas e não conseguir.

Aaaargh!!!

O pezinho treme.
A perna treme com ele.
A secretária vibra ligeiramente, como que em extensão do meu corpo.
As mãos falham as teclas.
O olhar falha as palavras.
O ritmo da mente acompanha o do pé.
A luz do sol lá fora...
Preciso de parar para pensar.
Não. De parar para não pensar.

Verbalizar costuma ajudar...
Não está a ajudar...

Aaaargh!!!

Do presente que ainda não aconteceu

Este fim-de-semana uma senhora leu-me as cartas.


Não identifiquei nada do que ela me disse em relação ao passado.
Não reconheci o que me disse quanto ao presente.
Não consigo perspectivar o que me disse sobre o futuro.


E no entanto, 
antes de me levantar da mesa, 
pegou num papel que depois me colocou na mão com um sorriso 
e onde se lia o seguinte:


Oiça o passado pensando no presente

E nesse momento arrepiei-me porque isso, sim, fazia todo o sentido...

8 de abril de 2011

Em fase de preparação para...



Mais de dois anos depois do último concerto a que assisti, vamos ver o que têm de novo para mostrar...

7 de abril de 2011

Pensamento do dia

*

Muito melhor começar sem expectativas ou mantê-las baixinhas.
O efeito-surpresa que se segue depois é tão mais intenso!...



* Esta imagem é, aparentemente, o logo duma banda alemã
de que nunca tinha ouvido falar...
É aproveitar a deixa e explorar...

6 de abril de 2011

O maravilhoso mundo dos SMS IV


(...) e admito que me dás um bocado de nervos!!! 
De que é que estás à espera para me convidar para beber um café?

E admito que assim me fazes rir!
Mesmo impertinente, mesmo ao teu jeito, mesmo à enfant terrible!
Como sempre!

2 de abril de 2011

Handicap oriental

Pois que não adianta: não consigo comer com pauzinhos!

Não dá!
Explicam-me de-va-ga-ri-nho, ensinam-me truques, mandam-me tutorials...
Não consigo! :(
Se por acaso tiverem visto uma tontinha no Nood  na passada quarta-feira à noite altamente empenhada  (tipo a morder o lábio e a olhar determinada para o prato) em apanhar massinhas com os pauzinhos... bom... era eu...

30 de março de 2011

Opostos

Da chama intermitente da vela sobe um fio de luz que trespassa o vermelho escuro do vinho no copo e termina numa linha ténue que se desenha na minha mão. Os dedos vão acariciando distraidamente o pé do copo. Notas de jazz ecoam pela sala. O calor emana deste espaço fechado e quente, um refúgio nesta noite ainda fria dos primeiros dias da Primavera.

Não sei como vim aqui parar. Não sei por que artes acabei por me encontrar sentada neste espaço acolhedor, partilhando uma mesa com este rosto inesperado, depois de um passeio a passo incerto mas despreocupado pelas ruas de Alfama. A cada passo que dou sobre a calçada desta cidade fico mais encantada por ir conhecendo mais um e outro dos seus encantos.



Aqui, sentada à meia luz enquanto se entrecruzam em mim sentidos em notas de som e sabor, o olhar suspenso ao fundo, olha para a banda mas vê palavras. Palavras ditas instantes atrás por entre sorrisos e recordações: 

“Sabes que estamos em pólos totalmente opostos?” 

Sei, sei bem. Revivem-se as linhas do passado. Eu, a menina recatada e responsável. Tu, o enfant terrible e cabeça de vento. Eu refugiava-me nos livros. Tu na guitarra. E o que mudou entretanto? Muito pouco além dos anos e das experiências. E contudo aqui, ao som desta música introspectiva e tão viva ao mesmo tempo, dois pólos opostos sentam-se lado a lado, conversam naturalmente, em pé de igualdade e sintonia, e relembram dois miúdos que embirravam um com outro e que hoje já mal conseguem reconhecer em si próprios.

Serão as diferenças que se diluem com o tempo? Ou estarão os opostos destinados a reencontrar-se uma e outra vez ao longo dos seus percursos?...