Aqui, não precisamos de luz. Mesmo as palavras chegam a ser acessórias, por vezes. Sentimos o que está em nós, de olhos fechados, confiantes, sem a restrição das imagens ou das descrições.
Aqui, somos seres puros, talhados um para o outro, sem recriminações nem fantasmas. Sem outros. Sem regras. Sem convenções. Sem distâncias. Valemos por nós mesmos.
Neste mundo intermédio, inacessível e ao mesmo tempo tão próximo, tão real, tão essencial, respiro descansada porque me sinto protegida e protectora.
Irreal? Talvez...
Inexplicável? Provavelmente...
Inevitável? Evidentemente...
PS.:
Obrigada pela imagem, querido Swa!
Agora tens é de me ajudar com a respectiva fonte...






