Cheguei agorinha mesmo da Aula Magna.
Foi a primeira vez que lá estive, o que é no mínimo estranho, já que o espaço é parte da minha faculdade… Como é que passaram seis anos sem que lá tenha entrado? Pois que não sei…
Os The Script vieram finalmente à nossa capital mostrar o melhor de si! Um espectáculo simples, minimalista, sem grandes adereços ou efeitos, muito ao seu próprio jeito! Sem grandes ondas, apresentaram o seu álbum de modo animado e criando uma boa empatia com o público, ainda que, para isso, a pronúncia irlandesa tenha constituído um desafio!
Facilmente identificáveis com Police, ou talvez também Bryan Adams, diria que estes meninos conseguiram uma boa receita para cativar o público, desde a sonoridade ao conteúdo das letras!
Para além dos singles já conhecidos, deixem-me dizer que fiquei agradavelmente surpreendida com a força de "Rusty Halo", provavelmente um dos pontos mais altos do espectáculo! A notar também a doçura de "I'm yours"! Nenhuma destas duas ainda tinha captado a minha especial atenção no álbum, mas conseguiram surpreender-me esta noite!
A mim, como a toda a sala, com certeza, tocou-me bem fundo o single que os trouxe até nós. Já aqui tinha mencionado The man who can't be moved como um sonoro poema ao verdadeiro amor, mas é justo voltar a dizê-lo!
Foi a primeira vez que lá estive, o que é no mínimo estranho, já que o espaço é parte da minha faculdade… Como é que passaram seis anos sem que lá tenha entrado? Pois que não sei…
Os The Script vieram finalmente à nossa capital mostrar o melhor de si! Um espectáculo simples, minimalista, sem grandes adereços ou efeitos, muito ao seu próprio jeito! Sem grandes ondas, apresentaram o seu álbum de modo animado e criando uma boa empatia com o público, ainda que, para isso, a pronúncia irlandesa tenha constituído um desafio!Facilmente identificáveis com Police, ou talvez também Bryan Adams, diria que estes meninos conseguiram uma boa receita para cativar o público, desde a sonoridade ao conteúdo das letras!
Para além dos singles já conhecidos, deixem-me dizer que fiquei agradavelmente surpreendida com a força de "Rusty Halo", provavelmente um dos pontos mais altos do espectáculo! A notar também a doçura de "I'm yours"! Nenhuma destas duas ainda tinha captado a minha especial atenção no álbum, mas conseguiram surpreender-me esta noite!
A mim, como a toda a sala, com certeza, tocou-me bem fundo o single que os trouxe até nós. Já aqui tinha mencionado The man who can't be moved como um sonoro poema ao verdadeiro amor, mas é justo voltar a dizê-lo!
How can I move on
when I'm still in love with you?
E foram estas as palavras que me deixaram lágrimas nos olhos… Sei que esta música me toca tanto a mim como a qualquer outro que lá tenha estado… Mas porque me sinto tanto no papel protagonista desta história, e porque isso me dói, as lágrimas cairam, sentidas…
Obrigada às minhas amigas fotocópias pela companhia!
Estava difícil de voltar a ver-vos!! Foi preciso The Script para nos juntar!



