6 de junho de 2009

Snapshots (I)

Directamente do meu quintal! =)

Dream team - o efeito WSI

Ontem foi noite de reencontro... já poucos de nós se mantêm na casa... uns seguiram por outros caminhos, outros foram obrigados a a desviar-se, alguns, porém, continuam de pedra e cal...

Seja como for, é delicioso perceber que continua a existir ali uma afinidade que não cresceu deliberada ou conscientemente, mas cuja presença é obviamente perceptível!

Com eles, sinto-me em família! Sinto-os como membros de um clã, espalhados por aqui e por ali, mas quando conseguem reencontrar-se, sente-se sempre o acolhedor clima de empatia. A maravilhosa sensação de que estamos sempre prontos a estender a mão uns aos outros, o aconchego de perceber que estamos sempre nos pensamentos uns dos outros...

O WSI (CG) é isto mesmo para mim: uma família da qual precisei de me afastar, mas à qual regresso sempre de bom grado, cujos problemas me preocupam, cujas alegrias me animam...

Creio que poucos, além de nós mesmos que o sentimos, conseguirão perceber a força, o entusiasmo e o brilho desta equipa...

Gosto muito muito de vocês!

Vanda - fatídico!! (my fatidic best friend)
Vanda (inha) - purpurinaaaas!!!
Vera - almighty queen of the universe (almighty mummy too!!)
Inês - the special two! (we were the fantastic evening shift...)
Inês - miminho!! (my new me)
Carlos - Mr. Pray
Sónia - Xoninha! (flowers!!)
Laura - where's the spaceship, Laura?!
Sofia - Fô....miga
Joey - many have tried and many have died!!
Isis - a grande chefa!!!

E ainda...

Mara, Alexandra, Martinha, Raquel, Raquel Tolda

3 de junho de 2009

Pensamento do dia

I have nothing to declare
but my genius.
Oscar Wilde

2 de junho de 2009

Easier said than done...

Lembram-se do "Fuck it"?

Pois bem, na altura falei do conceito do livro, comentado na revista Happy de Maio, mas acabei por nem mencionar o respectivo artigo…

Hoje, uma amiga disse-me que se lembrou de mim ao ler um artigo desta mesma revista e, curiosamente, é precisamente uma das secções relativas a esse tema.
Ora, o que chamou a atenção da minha amiga foram as seguintes palavras:

Que se lixe o amor

Conhece aquela sensação de estar apaixonada e investir tudo numa relação? Tudo tem enorme importância: os telefonemas, a espera por aquele encontro, por aquele jantar especial… Depositar as nossas expectativas noutros, sobretudo em relacionamentos que são como areia movediça, é colocar em risco a felicidade. Se disser um «que se lixe» (eu prefiro a versão original - «fuck it»), se se imaginar, por momentos, a viver sem aquela pessoa ao seu lado, verá que sobreviverá. (…) Num relacionamento, não dê tanta importância a determinadas situações, verá que fica menos dependente e que a sua auto-estima não tem de ser um iô-iô na mão do outro.

Suponho que haja muito de inteligente e sensato nestas palavras, mas… tal como disse à minha amiga hoje, e tal como pensei na altura em que li o artigo, "it's easier said than done"…

Quando estamos de fora, é-nos fácil perceber a verdade inerente a estas palavras, mas no calor do momento, inadvertida e inconscientemente, caímos sempre na tentação...

E, pensando bem, não é suposto ser assim? Estar apaixonado significa precisamente sentir tudo intensamente, dar tudo por aquela pessoa…

Perceber que foi em vão e sofrer por isso… bom, isso é algo a que não podemos fugir… mas pelo menos demos o melhor de nós por essa relação... podemos sentir muitas vezes que foi um desperdício, que pode ter sido um erro, mas no momento, quando amamos, nunca o é… Amar nunca é um desperdício...

(Saudades… ainda…)

Momentos zen...

fim de tarde
brisa suave
silêncio
eça de queiroz

1 de junho de 2009

Notas (I)

Suave e discreto.
Navega por entre as ondas do sopro do vento.
Não diz, não mostra, não precisa que o vejam.
De passos seguros, vai cravando o rasto efémero dos seus passos no areal.
Pára decidido, como se aí tivesse encontrado o seu oásis, visível apenas para si mesmo.
É ali.
Continua silencioso.
Apenas as folhas do livro ouvem os seus pensamentos.
Só a brisa do mar sente o seu rosto sereno.
Não há mais nada.
O tempo é só dele.
O bater ondulante da espuma no seu ser deixa apenas trilhos comedidos e indecifráveis para o comum dos mortais.
É a sua aura encantadora de livro aberto escrito a tinta transparente que fica quando a luz do Sol parte enfim…

31 de maio de 2009

Praia & borboletas

Parece que eu e a Sakura presenciámos o mesmo fenómeno curioso esta sexta-feira na praia:
uma curiosa dança de borboletas




Não percebi realmente de onde poderiam ter saído, mas teve realmente tanto de inesperado como de belo!




São bichinhos relativamente difíceis de captar com uma objectiva, sobretudo se as mãozinhas que estiverem a comandá-la forem desajeitadas como as minhas... Mas houve um destes seres, como pretensão a top model, que se deixou fotografar com elegância e atitude...



The real one!

Lancei o desafio à Sakura e chega agora a minha vez de retribuir!

Também a minha praia não é paradisíaca, mas teve muito de pacífico esta sexta-feira!

De facto, havia pouca gente ainda, e na sua maioria surfistas (se bem que, para um dia de semana, até nem me pareceu nada mal). Seja como for, diria que, muitas vezes, essa é precisamente a medida suficiente...

Aqui está ela, ao vivo e a cores, captada in loco por moi même!

29 de maio de 2009

Novos amigos


Queria só apresentar publicamente os meus dois novos cúmplices!
Em vez de andarem por aí à deriva, que sítio melhor para acolher as minhas palavras inconscientes do que estes "fashionable" Moleskines?!
Tinham de ser cor-de-rosa, obviamente!

28 de maio de 2009

Pirilampos

Quando eu era pequenina, havia uma vinha em frente à minha casa, e apenas nos dividia um caminho... E nas noites de Verão, saía à rua depois do jantar só para espreitar a etérea dança dos pirilampos por entre as videiras...

Foi-me explicado de que tipo de bichinhos se tratava... o meu mano chegou mesmo a apanhá-los para que eu os pudesse ver...


Seja como for, para mim, aquilo tinha sempre qualquer coisa de mágico! Mais do que meros insectos, aquelas eram pequenas fadinhas que saíam à noite para celebrar um evento maior! (E, à época, estava ainda a muitos anos de ler o Sonho de uma Noite de Verão.)

Entretanto, no lugar da vinha nasceu uma vivenda, rodeada por muros altos e impessoais...
Entretanto, também eu cresci e deixei de procurar as danças das fadas... acho que me esqueci delas...

E esta noite, pura noite de Verão, saí à rua, sem destino ou motivo, fui caminhando, e depois da vivenda, no pequeno terreno que lá ficou, lá estavam elas! Lá estavam as fadas no seu momento idílico, celebrando a noite, o calor, o ar leve que se respirava...

As minhas fadas regressaram! Afinal ainda existem! Também elas se retiraram discretamente para mais tarde regressar em grande estilo!