9 de março de 2009

No dia da mulher...

... o único homem que me mimou como tal é o namorado de uma amiga...
Isn't it ironic?...

8 de março de 2009

Aprender

«You'll come to see that a man learns nothing from winning. The act of losing, however, can elicit great wisdom. Not least of which is, uh... how much more enjoyable it is to win. It's inevitable to lose now and again. The trick is not to make a habit of it.»


A Good Year, Ridley Scott, 2006

Case study II

Data: 06 Março 2009
Local: Santos

Relatório:
Antes de mais, há que salientar que estes "case studies" são verdadeiras experiências esclarecedoras!
Bom, depois de um jantar simpático, com um grupo simpático, aceita-se a sugestão de "ir beber um copo". Onde? Isso agora... Vamos lá então explorar mais uma faceta da noite de Lisboa...

Santos!
Faixa etária: hmmm, pois, mais uma vez, pouco mais do que adolescentes. Atrevo-me a dizer que vi um grupo de rapazes que não podia ter mais do que 12 anos!

Ambiente: boa disposição, é um facto! Mas paralelamente a isso, diria que há mais álcool e outras substâncias (que eu, menina, não reconheço) de aroma duvidoso... Bem, aquilo é a catedral da cerveja! Aquilo parecia uma verdadeira concentração de amigos da cevada!
Escusado será dizer que, com este espírito, vêm-se coisas difíceis de acreditar! Fomos abordados por um pequeno que andava a distribuir flyers de promoção de um barzito! Nada contra! O problema surge quando o dito rapidamente passa de mero "promoter" e começa a atacar-nos com uma conversa muito estranha de que não está com os copos e que não está a ganhar nada com o negócio e blá blá blá... Ninguém lhe deu conversa, mas o pequeno continuou alegremente. Foi buscar uma cerveja e deu-nos o elucidante espectáculo de a beber de um só trago para nos provar de que era muito valente... Mas o que é isto?!!! Não conhecemos de lado nenhum, ele aborda-nos, ataca-nos e provoca-nos verbalmente, sem nenhum motivo aparente!! E por aí fora... O rapaz disse tanta baboseira que nem consigo recuperar agora...

De resto, pouco a dizer. Ali ao menos pode-se conversar com as pessoas que estão connosco... O problema é que, com tamanha dose de álcool a circular pelo sangue, a conversa também não é propriamente produtiva...

Bom, que saudades que eu tenho de asistir a um bom espectáculo ou estar num sítio agradável e elegante, com música ambiente e a ter uma conversa sóbria... E chega que isto já é entrar dentro dos limites "proibidos"...

Reforço a maior conclusão do case study anterior: o essencial é a companhia, é ela que determina o sucesso ou fracasso de uma noite. Em todo o caso, o ambiente é também uma peça chave e se esse não nos agrada, pois a noite fica necessariamente aquém do desejável...

2 de março de 2009

Shoes!

Bom, quem me conhece sabe bem que eu tenho muitas pancadas (?!!!!) mas como estou "auto-proibida" de falar das internas (veja-se o post anterior), será com certeza uma excelente ideia falar das outras - um dos meus maiores vícios - SAPATOS!!!

A Pipoca mais doce dá o devido espaço a esse pequeno luxo a que poucas de nós ficamos indiferentes e eu, vergonhosamente, ainda não me tinha dedicado a isso! Shame on me!!

Começo então hoje com a minha última aquisição (er... afinal já é a penúltima), especialmente pensados para o casamento da minha amiga Sofia!

Alguns de vocês provavelmente dirão que fiquei demasiado afectada pelo Sexo e a Cidade... eu prefiro ir pela máxima da Pipoca:

"It's really hard to walk in a single woman's shoes -that's why you sometimes need really special shoes"

A verdade é que são acessórios fantásticos, que muitas vezes dão um toque especial e sofisticado à nossa imagem. São sinónimo de elegância (e de equilibrio também!) e, além de tudo isso, são pequenos mimos!

1 de março de 2009

Palavras (ex)conscientes

Seguindo o conselho de um amigo que me tem parecido sensato, inicio hoje um pequeno teste... Durante as próximas semanas, farei um esforço para publicar somente impressões relativas ao exterior e deixarei de lado os meus devaneios...

A primazia será agora para as palavras EXconscientes e ficarão escondidas, tanto quanto possível, as INconscientes.

Vamos ver como corre...

Apassionata



Um espectáculo interessante, com toda a certeza!
Confesso, estou mais habituada a outro tipo de espectáculos e, de resto, sou uma leiga no que toca a cavalos e à arte equestre... Mas é óbvio que ninguém fica indiferente à graciosidade e ao carácter dócil destes seres, aliados a essa imponência que nos deixa boquiabertos!

Uma sala cheia e motivada. Um ambiente agradável.
Diria que, em alguns dos quadros, o ser humano acabou por fazer sombra aos verdadeiros protagonistas da noite, numa tentativa de motivar o público - não que precisássemos de tal! Em todo o caso, a simetria, cooperação e confiança entre homem e animal é de louvar!!

Como suspeita que sou, claro que fiquei particularmente encantada com o quadro português, com cavaleiros da casa de Luis Valença porque é ali que, da minha ingénua perspectiva, reconheço um pouco desta fantástica arte!

Num país com uma tradição equestre como a nossa e que dá o nome a uma das raças mais encantadoras, há com certeza que fomentar este tipo de exibição, tendo obviamente o cuidado de o tornar acessível a qualquer pessoa que o aprecie e não apenas às elites com poder financeiro para o pagar...

23 de fevereiro de 2009

Case study I

Data: 21 Fevereiro 2009
Local: Lx, The Loft

Relatório:
De facto, a noite de Lisboa tem muito que se lhe diga - se é bom ou mau o que se tem para dizer, bom… isto já é outro assunto…
A parte boa da noite é que, por norma, estamos com amigos e, como tal, não importa muito o ambiente, porque estamos em boa companhia e o resto não tem grande relevância.
Em todo o caso, se estivermos um bocadito despertos para o que vai acontecendo à nossa volta, temos pano para mangas.
Entro numa discoteca já depois da 1 da manhã e deparo-me com uma casa cheia de crianças! Espera lá! 1 da manhã, plena Lisboa: os piquenos não deviam era estar a dormir?!
A média de idades naquela casa devia rondar os 16/17 anos! Como é que é possível?! Estes miúdos deviam estar em casa!! Não digo que não saiam! Nada disso! Mas não me parece que tenham idade para estar nestes locais! E pior, não me parece que tenham noção disso!
Pronto, já que lá estão, é deixá-los estar e divertir-se! Mas aqui coloca-se outra questão: a noção destes piquenos de divertimento passa por tabaco, álcool, muito álcool… E depois, para as meninas é competir para ver quem vai mais despida! Para ver quem tem os saltos mais altos - coitadas, algumas delas parecem patas, mal conseguem andar, só fazem é escorregar… o que, convenhamos, lhes estraga um bocado o estilo! Para os meninos, a ideia é também primar pelo estilo, mas coitaditos, desajeitados, a dançar parecem robots em curto-circuito, e desesperadinhos para se agarrarem a uma das piquenas supra-mencionadas e enrolarem-se com elas (por favor, ao menos que não seja em cima do meu casaco!! ) e apalparem-nas em locais que eles supõem ser os certos! Hmmmm!
E pronto, são adolescentes e tal! É coisa da idade… Whatever!
Mas depois vem outro problemita… Os trintões/quarentões que aparecem e se deixam estar a observar as ditas piquenas… Epah, a mim isso soa-me a rapinismo pedófilo! E preocupa-me!
A noite avança e a média de idades sobe ligeiramente! Menos mal! Ou então não! Bom, há pessoas interessantes, no meio disto tudo, obviamente! Nem tudo é mau! Mas depois começam a aparecer "senhoras" que parecem ter deixado há uns minutos o seu modesto emprego na casa de alterne a vão agora ali desanuviar! Donde é que esta gente sai?!!! Já para não falar dos "senhores" que as acompanham, que muito provavelmente serão os seus patrões…
Estarei a ser demasiado radical?! Opah, não sei! A verdade é que há sempre locais com melhor e mais interessante ambiente do que outros! A verdade é que muito provavelmente apanhei uma noite menos boa! Mas deixa-me preocupada ver que é este o ambiente da noite e que é neste ambiente que circulam pessoas inocentes, que não sabem como se defender e que não têm a mínima noção disso…

17 de fevereiro de 2009

Pera rocha

Depois de um dia para esquecer, dei comigo no supermercado, em frente à bancada da fruta, a sorrir a olhar para a secção da pera rocha...

A maioria pensará que estupidifiquei de vez...
Alguém especial, no entanto, perceberá que esse é mais um flashback doce de um tempo fantástico com uma pessoa fantástica...

Uma mesa reservada. Em vez do nome, um cartãozinho com uma pera desenhada à mão. Cheio de significado. Um espaço interessante. Um ambiente elegante. Uma companhia encantadora. Uma noite maravilhosa.

Uma recordação só minha. Um pequeno tesouro.

Uma flor entre pedras



Como é que um ser tão frágil e belo pode nascer entre pedras?!
E, mesmo aceitando esse absoluto contra-senso da Natureza, como é ela capaz de sobreviver nesse meio?!...

15 de fevereiro de 2009

Coisas que me irritam

Subscrevendo a rubrica do meu caro amigo Dexter, é agora a minha vez de soltar o meu pequeno grito de raiva pelas coisas que me fazem e me tiram do sério!

Desta vez, é mais as coisas que não fazem! Não há nada que me dane mais do que ficar sem resposta a uma mensagem! Já não digo digo as mensagens que não implicam uma resposta directa - essas não pressupõem obviamente retribuição e também não me posso chatear por isso.
Chateia-me, isso sim, quando envio uma mensagem com perguntas directas (para quem não tem paciência para conceitos sintácticos, são aquelas que terminam com um evidente "?") às quais não obtenho qualquer tipo de resposta, nem a seguir, nem no dia seguinte, nem três meses depois!!!!!
Porque ninguém é perfeito, também eu me esqueço por vezes de responder de imediato, mas tenho o cuidado de responder logo que tenho oportunidade, lembrando-me de me desculpar pelo atraso da resposta.

Para mim, deixar alguém sem resposta é dizer-lhe eufemisticamente que se está pouco lixando para essa pessoa, que essas mensagens são meros zumbidos insignificantes nos seus ouvidos que incomodam no momento, mas que se esquecem logo de seguida!

E pior do que ficar sem resposta é enviarmos uma mensagem a alguém (porque não o podemos dizer pessoalmente e é inconveniente ligar) com algo cheio de sentimento e significado para ambas as partes (teoricamente, pelo menos), e de retribuição recebemos NADA, ABSOLUTAMENTE NADA! É nesse momento que abrimos os olhos e percebemos como somos insignificantes - os tais zumbidos que incomodam no momento e se esquecem logo que passam...